Fase do jogo entre o FC Porto e SC Braga, no Olival — Foto: FC Porto
Fase do jogo entre o FC Porto e SC Braga, no Olival — Foto: FC Porto
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FC Porto empata com SC Braga em jogo de oportunidades e VAR

Azuis e brancas abriram o marcador por Daniela Areia Santos, mas Malu Schmidt empatou de penálti,

No segundo jogo da Liga, o primeiro no Olival desde que o FC Porto assegurou a subida ao primeiro escalão, as azuis e brancas empataram com o SC Braga, num duelo disputado sob intenso calor. Se a soma das oportunidades definisse um vencedor, as portistas teriam levado os três pontos, mas o futebol é muito mais do que domínio ou ascendente. As bracarenses chegaram ao empate através de um penálti assinalado pelo VAR e, na última meia hora, mostraram as garras. Ainda assim, não conseguiram desatar o nó.

Na primeira parte, as portistas tiveram maior pendor, obrigando o adversário a vigiar a profundidade do conjunto orientado por Daniel Chaves. O FC Porto abriu o ativo aos 18 minutos, numa fífia de Aline Lima, que mais tarde se redimiria: a guarda-redes abordou mal um pontapé de canto e semeou o pânico na sua área. Após remates e tentativas de remate, Daniela Areia Santos descobriu o buraco da agulha e colocou as azuis e brancas em vantagem.

O SC Braga acabaria por chegar ao empate num lance na área descortinado pelo VAR. Depois de quatro minutos a rever as imagens, a árbitra Patrícia Carneiro considerou que Lana Golob cometera falta sobre Malu Schmidt. Foi a própria Malu a converter, com classe, o pontapé da marca dos 11 metros.

Sem mudanças nos onzes no arranque da segunda parte, o padrão do jogo pouco se alterou: mais iniciativa do FC Porto, com o SC Braga à espreita de uma janela de oportunidade para ferir a baliza de Cora Brendle. O duelo entre Maria Negrão e Aline Lima teve nova edição aos 53’, mas, desta vez, a guardiã fez uma intervenção excecional, mantendo a equipa viva na partida. Aline voltaria a brilhar quando fez uma mancha perfeita para travar as intenções de Fatumata Sissé.

Foi depois das mexidas nas equipas que se assistiu ao crescimento acentuado das minhotas. Aos 70’, o SC Braga instalava-se com maior frequência no meio-campo portista, provocando um nervosismo crescente nas jogadoras azuis e brancas. Daniel Chaves mexeu a partir do banco e o FC Porto serenou, promovendo um novo equilíbrio de forças que se manteve até ao apito final.

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