«Estamos zangados, o que temos de fazer é trabalhar»
A espera foi longa e angustiante para o Estoril, que face à pausa competitiva para as seleções terá de aguardar 15 dias para vingar a última derrota em casa, ante o Rio Ave, que ainda não foi digerida por Ian Cathro e os seus comandados que, identifica o escocês, continuam «zangados» com última performance e determinados em fazer o Arouca pagar a fatura, esta segunda-feira.
«Não consigo olhar para a paragem e dizer que foi benéfico ou não, porque acho que estamos num momento em que não há grandes surpresas. Estamos a trabalhar, ficamos tristes, zangados com o último jogo, mas também sabemos que o que nós temos de fazer é trabalhar… e trabalhámos», afirmou o técnico estorilista, na antevisão à partida relativa à 28.ª jornada da Liga.
Ian Cathro espera um jogo de recuperação tanto na exibição, quanto no resultado, mas também na árdua tarefa que aguarda a sua equipa na Serra de Freita, perante um adversário com «identidade» e uma «maneira de estar» que o impressionam.
«Este vai ser um jogo completamente diferente. Acho que o Arouca é uma equipa que tem - e vou utilizar uma palavra muito usada - identidade, a sua maneira de estar em campo, e preparámo-nos para tentar fazer o melhor possível neste jogo», identificou, focado num adversário que se reencontrou com as vitórias na jornada anterior e terá subido os seus índices motivacionais.