Custaram mais de €100 milhões ao Milan, não contam para Amorim e treinam à parte
Tomori, Odogu, Fofana e Nkunku foram informados por Ruben Amorim, treinador do Milan, que não fazem parte dos seus planos e devem procurar um novo clube. Enquanto o mercado não define o seu futuro, os quatro jogadores treinam à parte do restante plantel, embora sigam a mesma rotina diária.
A direção e Ruben Amorim foram claros com os atletas, indicando-lhes que procurem uma nova equipa. Até que essa situação se resolva, os quatro jogadores — Fikayo Tomori, David Odogu, Youssouf Fofana e Christopher Nkunku —, vivem um regime forçado em Milanello. No total, os quatro jogadores custaram mais de 100 milhões de euros ao emblema italiano.
Apesar de estarem oficialmente no mercado e afastados do projeto, os jogadores continuam a utilizar as instalações do clube. Cumprem os mesmos horários que os seus colegas, apresentando-se para o pequeno-almoço obrigatório e estando prontos para o treino. Utilizam as restantes estruturas do centro desportivo, mas, no momento de ir para o relvado, separam-se do grupo principal.
O trabalho destes jogadores é realizado à parte, sob a supervisão dos preparadores físicos do clube, regressando depois aos balneários juntamente com o resto da equipa. Esta rotina continuará nos próximos dias, enquanto se aguardam novidades sobre possíveis transferências.
Como seria de esperar, os quatro futebolistas não são convocados para os jogos. Amorim não os incluiu na lista para a deslocação a Breslávia para o jogo contra o Manchester United, o que lhes concedeu um dia livre suplementar. Salvo desenvolvimentos no mercado, o mesmo cenário repetir-se-á nos dois primeiros jogos da Serie A: a 23 de agosto, em Turim, e a 28 de agosto, em San Siro, contra o Veneza.