Claque promete agir contra «responsáveis por página tão negra» do Boavista
O grupo Pantera Negras reagiu, em comunicado, à notícia de que as modalidades do Boavista terão de cessar atividade no Estádio do Bessa até ao final do mês, garantindo que os responsáveis serão «judicialmente perseguidos».
A tomada de posição surge um dia depois de ter sido noticiado que os responsáveis pelas modalidades do Boavista foram instruídos a desocupar as instalações, entregando as chaves à administradora de insolvência, com os espaços «livres de pessoas e bens».
No comunicado, a claque descreve o momento atual como «a página mais negra da história do Boavista», uma situação que afirmam ter sido «há muito tempo vislumbrada». O grupo sublinha que, há um ano, quando o presidente Garrido Pereira conduziu o clube a um processo de insolvência «sem qualquer solução, ideia ou capacidade para o reverter», iniciaram uma estratégia para assegurar a continuidade do Boavista.
A claque Panteras Negras deixa uma garantia aos que consideram responsáveis pela situação: «Por nós não passarão». Prometem ainda que estes terão de «prestar contas» não só ao grupo de adeptos, mas a «todo o universo boavisteiro», e que serão alvo de ações judiciais «até apuramento de todos os factos e imputação das consequências».
Apelando à «união» e ao «foco e compromisso» de todos os adeptos, a Associação Panteras Negras assegura que «nova página começa hoje a ser escrita», mencionando ainda a criação do Panteras Negras Footballers Club como «um veículo para devolver um Boavista tão forte como nunca aos coavisteiros, à cidade Invicta, ao país, ao Mundo».