Cabo Verde ganhou os dois particulares antes da Espanha
Cabo Verde ganhou os dois particulares antes da Espanha - Foto: IMAGO

«Cabo Verde vai surpreender muita gente no Mundial 2026»

Luis de la Fuente, selecionador de Espanha, fez um pequeno aviso antes do primeiro jogo no Campeonato do Mundo

Pela primeira vez a jogar uma fase final de um Campeonato do Mundo, Cabo Verde tem o difícil teste de enfrentar logo no primeiro jogo um dos favoritos à conquista da competição, a Espanha. Porém, Luis de la Fuente já fez uma pequena antevisão do jogo e deixou também um aviso sobre os cabo-verdianos.

«Vai ser um jogo muito difícil», garantiu, em entrevista à Marca, falando sobre o jogo de 15 de junho. «Este Mundial já é histórico, porque é a primeira vez que participam 48 seleções. Isso permite ver a competir equipas que, noutros formatos, talvez não estivessem presentes», apontou, elogiando o primeiro adversário.

«Cabo Verde é uma seleção que vai surpreender muita gente. Tem jogadores que atuam na Europa e em ligas de grande exigência. São jogadores com um nível técnico, tático e físico muito elevado. Vai ser muito difícil para nós. E, além disso, é o primeiro jogo. Costumo dizer que o primeiro jogo é o mais importante. Depois direi o mesmo do seguinte, porque será o que tivermos de jogar, mas, neste momento, o mais importante é Cabo Verde», afirmou.

O selecionador explicou também o que difere este torneio para outro qualquer. «Um Mundial tem algo de especial. Pela cobertura mediática, pelo impacto, pela atenção dos adeptos. Tem uma componente única. Mas também é verdade que os nossos jogadores são profissionais habituados a competir ao mais alto nível nos seus clubes e na seleção. Encaramos todas as competições com a mesma seriedade, empenho, responsabilidade e exigência. Não creio que devamos mudar a nossa forma de agir só porque se trata de um Mundial. Na verdade, acho que um dos nossos pontos fortes é precisamente a normalidade. Temos tratado todos os jogos anteriores como se fossem os mais importantes. Não importa se eram de qualificação, da Liga das Nações ou do Euro. Isso dá-nos calma, segurança e tranquilidade. E acho que é uma das chaves desta equipa», justificou.

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