Após queixas de Vítor Pereira, arbitragem admite golo mal validado ao Manchester United
O organismo que rege a arbitragem inglesa (PGMO) admitiu que o segundo golo do Manchester United na vitória por 3-2 sobre o Nottingham Forest, de Vítor Pereira, no passado domingo, não deveria ter sido validado. O lance em questão, que gerou grande controvérsia, foi o golo de Matheus Cunha.
A polémica surgiu na sequência de um toque com o braço de Bryan Mbeumo na jogada que antecedeu o remate certeiro. O árbitro da partida, Michael Salisbury, foi chamado ao monitor do relvado pelo VAR, mas, contrariando a expectativa, decidiu manter a sua decisão inicial e validar o golo que colocou o Manchester United em vantagem.
Howard Webb, o chefe de arbitragem do PGMO, contactou tanto o Nottingham Forest como o Manchester United para reconhecer formalmente o erro de julgamento da equipa de arbitragem. Esta comunicação faz parte da prática regular do organismo de manter um diálogo aberto e positivo com os clubes sobre questões de arbitragem.
Recorde-se que o futebol inglês adota, por norma, uma abordagem mais tolerante à regra da mão na bola, uma política que reflete o feedback de clubes, jogadores, treinadores e adeptos. No entanto, nesta situação específica, o próprio PGMO reconheceu que a decisão correta seria assinalar a infração de Mbeumo, daí o subsequente pedido de desculpas.
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