A Argentina tem a chance de se tornar na terceira seleção a conquistar dois títulos seguidos, algo que não acontece há 64 anos. Apenas Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) alcançaram tal proeza
A Argentina tem a chance de se tornar na terceira seleção a conquistar dois títulos seguidos, algo que não acontece há 64 anos. Apenas Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) alcançaram tal proeza

Antigo internacional francês polémico: «Odeio os argentinos»

Djibril Cissé lembrou a final do Mundial perdida pelos franceses em 2022

Djibril Cissé voltou a reacender a rivalidade entre França e Argentina com declarações duras a propósito do terceiro aniversário da final do Mundial do Qatar 2022, conquistado pela seleção de Lionel Messi. O antigo internacional francês, hoje com 44 anos, participou num especial do jornal L’Équipe dedicado à final e não escondeu a revolta que ainda sente ao rever as imagens desse encontro.

«Depois de ver as imagens fiquei zangado. Sinto muito ódio em relação a eles», afirmou Cissé, sem rodeios. Para o ex-jogador, que representou a França em dois Mundiais, a Argentina passou a ocupar um lugar especial no imaginário competitivo dos gauleses: «Claramente, hoje são o nosso principal inimigo.»

Cissé foi ainda mais longe ao projetar um possível reencontro entre as duas seleções no futuro, apontando diretamente a Lionel Messi. «Quero conquistar a terceira estrela no último jogo do Messi num Mundial. Temos duas ou três contas pendentes para acertar com a Argentina», atirou.

As críticas do antigo avançado não se ficaram pela seleção albiceleste no seu todo. Cissé visou em particular Enzo Fernández, recordando os cânticos ofensivos protagonizados pelo médio argentino após a final de Doha. «Não consigo compreender como é que os colegas franceses dele no Chelsea o perdoaram», concluiu, deixando claro que, para alguns em França, as feridas abertas no Qatar continuam bem longe de estaresm saradas.

Djibril Cissé no Marselha-Auxerre, desta edição da Ligue 1

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