André Silva projetou o encontro com o Nápoles - Foto: IMAGO

André Silva aborda concorrência com Samu e Santiago Gimenez

Avançado do FC Porto fez a projeção do encontro com o Nápoles, da Champions

Presente na conferência de antevisão do FC Porto-Nápoles, ao lado do treinador, Francesco Farioli, André Silva falou da luta (interna) por um lugar no onze, e em particular na frente de ataque.

«A forma como nos tentamos ajudar é competir da melhor forma. Acho que é uma competição saudável, confiamos todos no mister e neste clube o objetivo é sempre ganhar, e para isso é preciso sempre apresentar a melhor equipa, tirar o melhor de nós, e acho que a melhor forma de nos ajudarmos uns aos outros é competir, puxar uns pelos outros. Quando dou o melhor, fica mais difícil para o outro, o outro também quer dar o melhor», afirmou o internacional português.

«Acho que é uma competição saudável, aproveitamos para crescer enquanto jogadores e enquanto equipa, e isso vai trazer sempre mais benefícios e mais competição. E vitórias, esperamos, e golos também», rematou.

Suplente frente ao Estoril, o internacional português saltou do banco na segunda parte e só precisou de três minutos para marcar: «É claro que, quantos mais golos fizermos, mais confiança temos. Mas acho que a confiança não vem do facto de fazer golo, vem do trabalho de todos os dias, das provas que damos em todos os momentos difíceis no treino, que é onde podemos replicá-los. A bola acaba por entrar, é o resultado disso. Mas, como disse há bocado, a equipa toda confia no mister e sabe que ele vai fazer as melhores escolhas pelo clube, e nós, jogadores, vamos estar prontos e preparados para quando chegar o momento», acrescentou.

Questionado se a eficácia tem sido a causa principal dos desaires dos dragões na Champions, André Silva assumiu uma análise mais global.

«Diria que não. Nós temos competido da mesma forma na Liga e na Champions, mas acredito que, na Champions, os erros pagam-se mais caros, e se há alguma coisa que poderia apontar, é que na Champions as equipas não perdoam qualquer erro. É uma competição bastante exigente e o nível é altíssimo, temos de tentar sempre sacar o melhor de nós em todos os momentos e em nenhum momento podemos relaxar. Acho que esse seria o ponto, e não a eficácia. Mas claro, se formos eficazes, tivermos uma bola e não cometermos nenhum erro, tenho a certeza que seríamos bem sucedidos», analisou.

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