Sophia Kirkby quer sair dos Jogos com namorado. IMAGO
Sophia Kirkby quer sair dos Jogos com namorado. IMAGO

A solteira mais cobiçada nos Jogos Olímpicos recebe 600 pedidos de encontro

Sophia Kirkby tem duas missões nos Jogos Olímpicos de Milão. Uma é lutar por medalhas no luge, a outra é tentar encontrar o amor da sua vida nos Jogos de Inverno. A americana de 24 anos autoproclamou-se a 'solteira mais desejável' e abriu as suas aplicações de encontros a todos os interessados.

Sophia Kirkby está imparável em Milão. Para já no que diz respeito à vida social. A atleta americana do luge já recebeu mais de 600 mensagens de solteiros interessados em sair com ela durante os Jogos Inverno. E isto, após apenas três dias de atividade na aldeia olímpica.

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Kirkby compete esta quarta e quinta-feira, mas depois dedicará todo o seu tempo a encontros. «Recebi muitas respostas e estou pronta para responder a todos», disse à Women's Health.

Dois encontros agendados para o Dia dos Namorados

«Atualmente, já tenho dois encontros agendados para 14 de fevereiro [Dia dos Namorados] e estou aberta a fazer mais, se o meu tempo livre o permitir.» Quando se apresenta aos seus potenciais parceiros, ela mantém a simplicidade. «'Sou a Sophia, participo no luge, em duplas femininas, e também tenho uma empresa de cerâmica'. Se estiverem interessados, explico-lhes o desporto. Tento manter a normalidade e não fazer com que pareça uma entrevista.»

Mas Sophia não quer perder tempo e já deixou claro o que não lhe interessa para os candidatos se prepararem. «Muitos palavrões num encontro, aparecer para jantar com roupas desleixadas como um casaco com capuz, ser desrespeitoso, mencionar uma ex e dizer coisas estranhas como que só namora loiras. Se um homem for imaturo ou estranho de forma negativa, então vou-me embora», esclarece.

Para já e antes de novos desenvolvimentos, está a gostar muito da sua estada na aldeia olímpica em Milão. «O programa de todos é intenso e as pessoas estão realmente focadas nos seus horários, mas também é supersocial. Há muita energia amigável e os atletas estão ansiosos por se conhecerem.»

A norte-americana explicou ainda porque aproveitou este momento para tentar namorar. «Passo metade do ano fora de casa e, quando estou em casa, há muita rotatividade de pessoas em Lake Placid. Muitos estudantes vêm para lá com vistos de trabalho para trabalhar uma temporada e depois partem. Isso torna difícil namorar, porque raramente voltam», contou.