A prima do mestre de obras
O primeiro a notar terá sido João Nuno Coelho, sociólogo que ama o futebol e o comenta (ainda bem; se só falassem de bola treinadores e jogadores ninguém aguentava): no afã da «defesa do grupo», Rúben Dias estabeleceu tremenda confusão entre jornalistas, comentadores e redes sociais.
Não sei se chamam redistas, influencers, coscuvilheiros, humoristas ou outra coisa qualquer. Sei que não são jornalistas nem comentadores, coisas já de si diferentes.
Rúben, Diogo Dalot, a FPF, têm obrigação de sabê-lo também e de não ajudar a que todos continuemos a confundir a Estrada da Beira com a beira da estrada. Ou, mais eruditamente, a obra-prima do Mestre com a prima do mestre de obras.
De chorar por mais
Quem gosta realmente de futebol percebe o privilégio de viver este último Mundial com Ronaldo e Messi em campo.
No ponto
Varandas faz bem em retomar conversações com as claques. Com seriedade e compromisso, têm de fazer parte.
Insosso
O Benfica começa antes dos outros, mas parte ligeiramente atrás. Será Marco Silva o homem certo? Parece...
Incomestível
As conferências de imprensa são isso mesmo: de imprensa. Não de entretenimento. Ou pelo menos não deviam...