501 dias depois, Nuno Santos pode voltar à titularidade
501 dias depois, na Noruega, já no Círculo Polar Ártico, Nuno Santos , frente ao Bodo/Glimt, na quarta-feira, pode voltar a sorrir quanto a uma entrada no onze e voltar a ser titular, ele que não conhece essa condição desde 26 de outubro de 2024, data em que num encontro com o Famalicão rompeu o tendão rotuliano do joelho direito, lesão que o afastou dos relvados durante 15 longuíssimos meses.
Esta será uma das principais dúvidas que de momento atormentará um pouco a alma do treinador Rui Borges e está diretamente relacionada com o castigo que Maxi Araújo terá de cumprir na Noruega devido à acumulação de amarelos na Champions.
Após a saída de Matheus Reis para os russos do CSKA Moscovo, sobraram três opções para o lado canhoto da defesa: o já referido Maxi, Ricardo Mangas e Nuno Santos. Já descrita a condição do uruguaio, passemos à opção seguinte, Ricardo Mangas. O esquerdino formado no Benfica tem estado lesionado e falhou os três últimos encontros, pelo que mesmo recuperado não estará no ideal da condição física.
O nome seguinte no bloco de notas de Rui Borges será então Nuno Santos, o homem que retornou à competição a 1de fevereiro num jogo da equipa B diante da Oliveirense. Depois disso, esteve em três encontros da principal, mas como a condição física tem sido gerida com pinças, não acumulou mais do que 55 minutos de competição, restando saber se já estará num estágio em que poderá ser titular.
Se não for uma nem outra a opção, restará a Rui Borges recorrer a uma adaptação, que passará pela colocação do grego Vagiannidis à direita da defesa, transitando Fresneda para o flanco oposto.
Quanto à outra baixa de peso nos leões, o também castigado Pedro Gonçalves, não restarão muitas dúvidas que será Luís Guilherme a entrar para o lugar de Pote.