Zalazar assinou um golaço em Alvalade, na vitória frente ao Galatasaray
Zalazar assinou um golaço em Alvalade, na vitória frente ao Galatasaray - Foto: IMAGO

Zalazar: «Nem vi a bola entrar, senti que iria fazer golo»

Camisola 17 do Sporting feliz pelo golaço, a responder ao repto lançado por Rui Borges na antevisão ao jogo com o Galatasaray

De sorriso rasgado no rosto, foi como Rodrigo Zalazar surgiu na zona de entrevistas rápidas da Sport TV para reagir à vitória do Sporting na receção ao Galatasaray, num jogo em que esteve em destaque ao assinar um golaço.

«Começámos um pouco mal, acho que nos faltou um pouco de concentração nos primeiros minutos, mas, a equipa pudemos entender como podíamos fazer a pressão melhor para poder fazer-lhes um pouco mais de dano. Na segunda parte a equipa foi espetacular e estou muito contento com a vitória», começou por dizer.

Questionado sobre se a reação passou muito pela sua presença mais à esquerda do ataque, onde o Sporting procurava desequilibrar, Salazar respondeu assim: «Creio que lhes conseguimos fazer danos pelos dois lados. Quando saímos no contra-ataque custou-lhes um pouco mais, tínhamos jogadores muito rápidos, como Luís Guilherme, Suárez, Geny, mas eles também nos fizeram sofrer. É o que se tem na Champions League, qualquer equipa que enfrentemos é muito complicada e dura.»

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Quanto à importância do Sporting entrar a vencer nesta fase da Liga dos Campeões, Zalazar foi claro: «A equipa precisava desta vitória para continuar na boa dinâmica, para continuar a vencer, que é o mais importante.»

O uruguaio terminou a intervenção a falar sobre o golaço que assinou, em jeito de resposta ao repto lançado por Rui Borges na véspera, em que disse que queria que o atacante fizesse mais do que os 16 golos da época passada: «Acho que foi bom [risos]. Estava com muita confiança que podia fazer o golo, na verdade, treinamos muito e acho que a pressão que me dão os meus companheiros nos treinos ajuda-me também a melhorar muito. Estou muito feliz por isso. Acreditei que se passasse a barreira iria fazer o golo. Acredito que esta bola é muito boa para bater forte, porque sobe e desce muito rápido, e consegui dar-lhe da melhor forma. Nem vi a bola entrar, senti que iria fazer golo.»

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