Vitória de Guimarães: pêndulo teve, finalmente, descanso
Beni chegou ao castelo em fevereiro de 2025, proveniente do Casa Pia. Nessa metade de época, o centrocampista participou em oito jogos, tendo sido apenas titular nos últimos dois (referentes às jornadas derradeiras do campeonato). 2025/26 arrancou e o estatuto do angolano estava longe de ser o de indiscutível, num plantel vimaranense ainda com Tomás Handel e Tiago Silva.
O centrocampista não saiu do banco na ronda inaugural da I Liga e foi suplente utilizado nas duas seguintes. Só ao quarto encontro, a 30 de agosto, diante do Arouca (1-1), já com Tomás Handel de fora dos convocados por estar de saída do clube (acabaria por rumar aos sérvios do Estrela Vermelha), é que o africano foi titular.
Beni soube impor-se e ganhar espaço dentro da muralha do castelo, sendo, neste momento, o terceiro jogador dos conquistadores com mais minutos de jogo (1955). À sua frente só João Mendes (2349) e Rodrigo Abascal (2617).
Tendo entrado para o onze, o médio (quando disponível, quer seja por motivos físicos ou disciplinares) não mais de lá saiu. Mesmo com a ida para CAN, em dezembro, logo recuperou o lugar no regresso. Importa referir que, em contexto de seleção, o jogador, formado no Petro de Luanda, também é quase sempre titular. Contudo, nesta paragem, Angola não teve encontros e, por isso, o pêndulo do miolo vimaranense pôde, por fim, descansar.
Cinco internacionais de regresso
Diogo Sousa, Saviolo, Miguel Nogueira (sub-21 de Portugal), Mitrovic (sub-21 da Sérvia) e Telmo Arcanjo (Cabo Verde) regressaram esta quarta-feira aos trabalhos na cidade-berço, depois dos compromissos com as respetivas seleções.
Os cinco internacionais chegaram para ajudar Gil Lameiras a preparar o encontro desta sexta-feira (18h) frente ao Tondela, no Estádio D. Afonso Henriques.