«Vítor ou adjunto de Klopp? Os dois não são maus!»
A BOLA — Já sentes que olham para ti como o Vítor Matos ou ainda te veem como o adjunto de Jürgen Klopp?
VÍTOR MATOS — Os dois não são maus! (risos)
— Pois não, nada maus! (risos)
— Nunca tive problemas com um apelido nem com o outro. Não é algo que me mova ou me preocupe sequer. O mais importante para mim é que a mensagem que passo para os meus jogadores e equipa seja o mais clara possível, porque tu precisas que a mensagem seja clara e que, quando construída em conjunto, leve a que todos eles possam jogar perto do seu maior potencial. Porque isso é o mais importante, não é? E quando essa mensagem é clara, já está mais de meio caminho, seja como o adjunto do Jurgan ou como o Vítor.
— Há comportamentos que de certa forma herdaste… Herdaste, não! Comportamentos que, de certa forma, imitas, porque se entranharam
— Claro que sim. Não seria muito inteligente da minha parte se fizesse o contrário, não é? Uma grande parte da forma como olho para o jogo, como é óbvio… E acho que mais do que ser simplesmente uma forma de olhar para o jogo é algo com o qual me identifico. O que quero dizer é que não é uma forma de viver, mas é uma forma de viver o jogo.
— Sim, eu entendo, entendo perfeitamente.
— Está dentro de mim. Quando olhas para muito daquilo que foi este ano do nosso trajeto enquanto staff, quer no Marítimo quer aqui, obviamente existem muitas semelhanças em muitos pontos e diferenças em outros, porque tem a ver com os jogadores, com os contextos, mas não seria de esperar, acho eu, outra coisa. Pelo menos eu não esperaria outra coisa.
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— Swansea City AFC (@SwansOfficial) April 11, 2026