Vasco Botelho da Costa sem dúvidas: «Estamos no bom caminho»
Após duas derrotas consecutivas, frente a Vitória de Guimarães (0-1) e Gil Vicente (1-2), o Moreirense procura retomar o caminho das vitórias esta segunda-feira (20h15), na visita ao Estádio dos Arcos, em duelo da 22.ª jornada da Liga.
Este domingo, na antevisão ao desafio, Vasco Botelho da Costa destacou as dificuldades que espera encontrar frente ao Rio Ave, apesar do mau momento da turma de Vila do Conde, que vem de uma sequência de quatro desaires seguidos.
«Será mais um jogo difícil. É uma equipa que teve muitas mexidas no mercado, perderam muitos jogadores, mas também acrescentaram qualidade. Temos de estar muito alerta. Queremos ser iguais a nós próprios, dar uma boa resposta, com uma mentalidade competitiva muito forte», frisou o técnico dos cónegos.
Quanto à inclusão das novas caras do plantel, o treinador não tem dúvidas: «Somos uma equipa com uma mentalidade bem vincada, temos mantido a nossa organização durante os jogos. Há situações que dependem dos momentos de forma, de rotinas das relações dentro da equipa, que só conseguimos aprimorar com uma sequência de jogos. O mercado pode tirar força momentaneamente, mas foi um passo atrás para dar dois em frente.»
Apesar de a formação minhota «continuar a cometer alguns erros» que dão origem a golos dos adversários, o Moreirense está no bom caminho, assegura Botelho da Costa: «Se fomos analisar o jogo como um todo temos estado quase sempre bem, mas aqui e ali temos cometido um erro. São fatores que têm a ver com o crescimento da equipa. Estamos no bom caminho, é importante o mercado ter fechado, estabilizar o plantel. A resposta tem sido boa para conseguirmos voltar às vitórias.»
O timoneiro do conjunto de Moreira de Cónegos deixou ainda elogios a Diogo Travassos, eleito melhor jovem da Liga em janeiro pelo Sindicato de Jogadores: «É um bom jogador e os bons jogadores têm facilidade em adaptar-se. Conheço o Diogo desde miúdo, lembro-me de ele ser ponta-de-lança nas equipas de futebol de sete. Ainda antes de ser lateral, foi extremo. Toda esta versatilidade faz com que esteja preparado para dar respostas ao que lhe é pedido. É mérito dele. Tem atacado como extremo, mas defendido como lateral. Este prémio é merecido. Se o coletivo não fosse forte, a individualidade não surgiria.»