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Sporting com novo plano para Diomande… e a seleção também
Ousmane Diomande sobe de estatuto e em dois tabuleiros: no da seleção da Costa do Marfim e no do Sporting. No Mundial ganhou a titularidade ao terceiro jogo, no que selou a passagem aos 16 avos de final; em Alvalade é visto como patrão da defesa na temporada 2026/2027, tanto que apesar do assédio do mercado, potenciado com o crescimento no Campeonato do Mundo, os verdes e brancos vão agarrá-lo, não querem ouvir propostas apesar de clubes como o Leeds estarem ao virar da esquina…
Lesão muscular na coxa direita afastou Ousmane Diomande da titularidade na final da Taça de Portugal com o Torreense (1-2 após prolongamento) e já o afastara do encontro da última jornada da Liga com o Gil Vicente (3-0). O central de 22 anos continuou a contas com o problema na seleção da Costa do Marfim, tanto que falhou os jogos com Equador (1-0) e Alemanha (1-2) mas, recuperado, jogou os 90’ no 2-0 a Curaçau. E está para ficar no onze.
O selecionador Emerse Faé rendeu-se enfim ao leão e o estatuto que lhe dá agora serve também para aguçar o apetite de clubes no mercado. O Leeds continua atento mas investida ainda não ganhou força mas em Alvalade sabe-se que há mais interessados de olho e que o vão observar atentamente na terça-feira com a Noruega de Haaland.
Mas também os verdes e brancos reservam estatuto especial para o defesa, que não querem negociar e que esperam ver assumir-se como patrão da defesa, o central mais forte fisicamente e também no jogo aéreo. Daí que não queiram vender o passe dum jogador que recentemente em janeiro renovou contrato por três anos, de 2027 para 2030, mantendo a cláusula de rescisão nos 80 milhões de euros.
O investimento total do Sporting na contratação do central — iniciada em 2023, quando este se encontrava cedido ao Mafra — fixou-se nos €14,5 milhões, duplicando praticamente o valor inicial de €7,5 milhões pago ao Midtjylland. Esta subida de €7 milhões justifica-se pelas cláusulas de produtividade: cada bloco de 30 jogos (com pelo menos 45 minutos disputados) ativava uma parcela de €1,66 milhões, até ao limite de 90 partidas, marca alcançada na Supertaça da última época. Adicionalmente, a SAD leonina garantiu o controlo de mais 10% do passe, pagando €2 milhões para reduzir para metade (de 20% para 10%) a percentagem de uma futura mais-valia a reter pelo clube dinamarquês.