Luis Suárez foi dor de cabeça para a defesa gilista - Foto: António Pedro Santos/Lusa
Luis Suárez foi dor de cabeça para a defesa gilista - Foto: António Pedro Santos/Lusa

Ramos de Figueira não taparam clareira (as notas do Gil Vicente)

Guarda-redes fez o que pôde face ao caudal ofensivo do Sporting, com os defesas a cometerem algumas falhas

A missão era complicada, mais ainda com Luis Suárez atrás da Bola de Prata e a busca incessante do golo levou o Gil a apertos na defesa, onde, diga-se, abriram-se algumas clareiras e falhas de marcação, como foi o caso de Elimbi, que, aos 35’, não conseguiu cortar aquele passe de calcanhar de Morita, que deu golo ao colombiano e Buatu também passou por apertos, levando Dani Figueira a não ter braços para tudo (sofreu dois e impediu, talvez, o dobro).

A figura do Gil Vicente: Luís Esteves

Médio centro com aptidão para o ataque (marcou quatro golos e fez oito assistências esta época), protagonizou as duas jogadas de maior perigo ofensivo dos gilistas. Aos 42’, de fora da área, no corredor central, quase que surpreendia Rui Silva, que socou a bola para fora, e, aos 47’, voltou a testar o guardião leonino, ganhando uma bola que sobrou de corte da defesa do Sporting.

Zé Carlos estudou bem Maxi Araújo e do outro lado Konan teve de dançar com Catamo. Do quarteto no miolo Murilo-Cáseres-Esteves-Joelson, o último foi surpresa no onze, mas deu pouco mais do que um cruzamento venenoso, que Rui Silva segurou (ao intervalo ficou no balneário e Agustín Moreira entrou muito bem), destacaram-se Luís Esteves e Murilo Souza, sempre pronto a investir para a baliza.    

Na frente, dois a atacar: Santi Garcia e Gustavo Varela. Do primeiro nenhum remate, do segundo uma tentativa de finalização acrobática, após lançamento lateral longo, sem perigo (67’).  

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