Onda de lesões deixa departamento médico do Real Madrid sob pressão
A onda de lesões que tem assolado o Real Madrid desde o início da temporada coloca os serviços médicos e o departamento de preparação física do clube sob intensa pressão, escreve esta terça-feira a Marca.
A época 2025/26 está a ser marcada por diversas baixas e os casos mais recentes de Kylian Mbappé, Jude Bellingham, Camavinga e Álvaro Carreras só veio trazer ainda mais dúvidas quanto à atuação nas referidas áreas.
Diagnósticos que acabam por ser alterados, prazos de recuperação que têm de ser ajustados (diferindo das previsões iniciais), assim como mudanças nos processos de reabilitação têm levantado questões e contribuído para instabilidade junto dos atletas, que procuram respostas fora do clube.
Como foi o caso de Mbappé, que viajou para França para ser consultado por um especialista para esclarecer a gravidade da lesão: inicialmente diagnosticado como uma entorse no ligamento lateral do joelho esquerdo, o internacional francês poderá estar a contas com uma rotura parcial do ligamento cruzado posterior, o que justifica o atraso na recuperação.
Quem também procurou outra opinião clínica no país natal foi Bellingham, cujo prazo de recuperação a um problema muscular contraído a 1 de fevereiro acabou por não se confirmar, superando um mês de paragem e sem previsões de regresso.
Quanto a Álvaro Carreras, o ex-Benfica começou por ser tratado a uma simples contusão no gémeo, mas exames complementares revelaram a existência de algo maior: uma rotura fibrilar. No caso de Camavinga foi questionado o tempo de paragem (mais de uma semana) por problemas num dente.
No lote de indisponíveis continuam igualmente Éder Militão, Dani Ceballos e Rodrygo, o que desfalca em grande medida o plantel que se prepara para defrontar o Manchester City.