Linda Noskova vai defrontar na terceira ronda a americana Ann Li     Fotografia Imago
Linda Noskova vai defrontar na terceira ronda a americana Ann Li Fotografia Imago

Noskova, a coruja em Nova Iorque sem beber álcool

Vencedora de Wimbledon voltou a jogar à noite em Flashing Meadows e também não foi a tailandesa Lanlana Tararudee, que tem vindo a subir no ranking WTA, a conseguir-lhe criar dificuldade de maior

No sector feminino do US Open, Linda Noskova (6.ª do ranking WTA) avançou para a terceira ronda após vencer a tailandesa Lanlana Tararudee (76.ª) por 6-4, 6-2. As duas disputaram o último encontro do quarto dia, mas a checa não se mostrou incomodada com a hora tardia.

Noskova, recente vencedora de Wimbledon, igualou provisoriamente o seu melhor resultado no US Open. O encontro no Louis Armstrong durou uma 1.18 h e o facto de o court ter um teto retrátil proporcionou a Linda mais conforto, em caso de mudança das condições meteorológicas. Além disso, já estava habituada, pois tinha jogado lá o seu primeiro encontro.

«Foi certamente mais agradável», salientou. Agendado como o segundo jogo da sessão noturna, o duelo começou por volta das 22h00 em Nova Iorque, algo que não incomodou a checa. «Sou uma coruja, para mim não é problema nenhum esperar o dia todo para jogar uma partida», declarou, sorrindo, na entrevista em campo.

Passando depois ao jogo em si, sublinhou que era importante não subestimar nenhum aspeto. «Nunca tinha jogado com ela antes, nem sequer treinámos juntas, o que pode ser complicado. Acho que comecei bem o jogo e continuei assim», precisou. Não cedeu o seu serviço, o que a deixou satisfeita, porque «na primeira ronda, não tinha sido ótimo, fico feliz por ter melhorado agora. Ajudou-me muito».

Linda revelou depois que gosta muito de Nova Iorque e, convidada a descrever uma noite ideal na imensa cidade, começou a brincar: «Hmm, não vamos incluir álcool, porque sou profissional, certo? Gosto de Nova Iorque porque é realmente a cidade que nunca dorme. Gosto, simplesmente, de passear pelas ruas, ao lado dos edifícios. É uma cidade bonita, gosto de a visitar e de vaguear, só isso».

Por ter conquistado o título em Wimbledon, qual foi a coisa mais bonita que isso lhe proporcionou? «Sinceramente, nada. Não sou materialista, não vou nessa direção. No final do ano, porém, vou recompensar-me com umas belas férias no estrangeiro», disse Noskova. O destino? «Austrália ou Antártida».

Até lá, ainda tem de jogar, e no US Open vai defrontar na terceira ronda a americana Ann Li, a 29.ª cabeça de série. Já jogaram uma única vez, este ano, em fevereiro, no Dubai, e a checa venceu em três sets, 6-3, 5-7, 6-4.

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