A camisola do meu clube não entra em todo o lado
Se o Mundo fosse perfeito não era preciso criar medidas extraordinárias de segurança, corredores de circulação, caixas de adeptos, traços contínuos na estrada, brigadas de fiscalização, fronteiras, controlos.
Acontece que o Mundo não é perfeito, e por isso não cabe na cabeça de qualquer adepto de um dos chamados grandes entrar na bancada da claque de outro grande com a camisola do seu grande vestida. Era bonito ter um mundo de unicórnios? Era. Mas ele não existe, e por isso um adepto que o faça facilmente será apelidado de «maluco».
Porque lógica há de isto ser diferente em casa dos chamados não grandes? Só por macrocefalia, um dos males do futebol português.
De chorar por mais
A capacidade de Fernando Pimenta já esgotou adjetivos. Vou para o mais banal: é um grande campeão e um orgulho.
No ponto
Quando a teimosia de um treinador resulta, há que dar-lhe mérito: Gabri Veiga é, hoje, fundamental no FC Porto.
Insosso
Daniel Bragança fazer 15 jogos e valer 2,5 milhões é de menos para o potencial dele e para a história no Sporting.
Incomestível
Uma semana em que um dos melhores da história renuncia à sua seleção será sempre uma má semana. Grande Messi.