Mundial 2026: apenas um sul-africano ficou sem visto, a equipa partiu sem ele
A seleção da África do Sul partiu finalmente, esta segunda-feira, para o México para participar no Mundial 2026, mas sem o treinador adjunto Helman Mkhalele, a quem foi recusado o visto. Mkhalele não estará presente no jogo de abertura, a 11 de junho, contra um dos anfitriões, o México.
A equipa viajou após 24 horas frenéticas, depois de o plano inicial de voo, no domingo, ter sido impedido devido ao atraso na emissão de vistos para várias pessoas, o que foi «descrito como um erro administrativo» pela Associação Sul-Africana de Futebol (SAFA). Jogadores e equipa técnica tiveram os vistos recusados, mas posteriormente começaram a recebê-los.
Mkhalele, antigo internacional, com 66 jogos pelos Bafana Bafana, apresentou novos documentos e espera uma revisão do seu pedido e uma decisão positiva tardia. Mkhalele também jogou no primeiro Campeonato do Mundo em que o país participou, em 1998, em França.
«Eles [o departamento consular da Embaixada Americana em Joanesburgo] recusaram o visto, mas não indicaram o motivo. É muito difícil lidar com o processo quando não se recebe qualquer informação ou as razões que exigem correção», afirmou o presidente da federação, Danny Jordaan.
«Não sabemos por que foi recusado, estamos às escuras, mas esperamos um desenvolvimento positivo. E também esperamos que a questão seja resolvida em breve. Todos os jogadores estão a bordo do avião, assim como 99 por cento da equipa técnica», acrescentou o líder federativo.
A África do Sul defrontará a Jamaica num jogo amigável na sexta-feira, antes de atuar contra o México no emblemático jogo de abertura na Cidade do México. As outras duas equipas do Grupo A são a Chéquia e a Coreia do Sul.
«Estamos felizes por viajar. Os últimos dias foram um pouco stressantes, mas agora os jogadores estão calmos e prontos para um bom começo no Campeonato do Mundo», declarou o belga Hugo Broos, selecionador da África do Sul.
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