«Míster, estou morto»: Pedro Neto recorda conversa com Enzo Maresca
Pedro Neto não esconde as dificuldades que sentiu ao marcar Achraf Hakimi na final do Mundial de Clubes entre Chelsea e PSG. O português foi titular, ajudando a sua equipa a ganhar por 3-0, e recordou o sacrifício que teve de fazer.
«Em alguns jogos tive de abdicar, se calhar, um bocadinho da minha maneira de jogar e, por exemplo, nós jogamos a final contra o PSG, eu lembro-me de, na brincadeira, dizer para o míster que aos 40 minutos estava morto. Quando marcámos um golo eu fui lá falar com ele e disse: “Míster, estou morto.” Porque eu tinha de acompanhar o Hakimi, tinha de fazer um trabalho um bocadinho mais sujo», disse à DAZN.
O avançado teve de aguentar até aos 77 minutos de jogo, quando o resultado final já estava construído, e o certo é que Hakimi também não teve muita influência no ataque dos parisienses.
«É um desafio inacreditável»
Contratado no verão de 2024, Pedro Neto fez 51 jogos na época de estreia pelos blues, que terminou também com a conquista da Conference League e o apuramento para a Champions League, e que trouxe diferentes obstáculos.
«Em termos individuais foi um ano muito desafiantes, até pelas competições que tivemos, muitas vezes o espaço era muito curto, mas ainda mais este ano. No ano passado conseguíamos descansar equipas entre a Conference League e a Premier League, este ano comecei a ter este desafio, com a Champions League, de jogar um jogo no sábado, depois outro na terça-feira e depois outro já domingo», apontou.
Depois de nove golo na temporada passada, Pedro Neto já marcou seis nesta (em 27 jogos) e encara com entusiasmo o «desafio inacreditável» que está a ser a época 2025/26, «porque não há coisa melhor do que estar em campo e conseguir jogar futebol».
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