Mercado: transferência de antigo alvo do Benfica para a Arábia Saudita colapsa
A transferência de Anis Hadj Moussa para o Al Ittihad caiu por terra. O avançado argelino do Feyenoord, que foi alvo do Benfica no passado mercado de transferências, viu o negócio fracassar devido a um impasse sobre as condições de pagamento, que impediu a realização dos exames médicos a tempo.
De acordo com a imprensa neerlandesa, o negócio não se concretizou porque o Feyenoord pediu uma garantia bancária para a verba da transferência, fixada em 37,5 milhões de euros, acrescida de cerca de cinco milhões em bónus. A direção do clube de Roterdão manteve-se intransigente até ao início da noite de domingo.
Por sua vez, o Al Ittihad argumentou que não opera com garantias bancárias, uma vez que é propriedade do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita. Sendo uma entidade estatal com um património avaliado em mais de 900 mil milhões de euros, o clube saudita assegurou que todos os pagamentos são cobertos diretamente pelo fundo.
Apesar de os sauditas terem demonstrado grande interesse em Moussa desde sábado e terem inclusivamente aumentado o valor dos bónus no domingo, a discussão sobre as garantias de pagamento arrastou-se durante todo o dia, levando ao colapso das negociações.
Embora o Feyenoord ainda pudesse aceitar as condições, a oportunidade para Hadj Moussa assinar pelo Al Ittihad esgotou-se por não haver tempo para a conclusão dos exames médicos, já que o mercado fecha este domingo na Arábia Saudita. O jogador tinha à sua espera um contrato de cinco épocas no valor de mais de 50 milhões de euros.