Mercado: Ruben Amorim associado a gigante italiano
Ruben Amorim é o mais recente nome associado ao Milan, que está à procura de um treinador para suceder a Allegri, com a Gazzetta dello Sport a dar conta de contactos entre o gigante alemão e o treinador português. Ruben Amorim, como já noticiado por A BOLA, tem planeado um ano sabático em 2026/27. A intenção do técnico é ter uma época para reforçar competências, ou seja, de aquisição de conhecimento, ainda que não possa estar desatento ao que se passa no mercado e eventuais oportunidades que possam surgir após o verão.
Ainda assim, Oliver Glasner surge como o principal candidato ao cargo de treinador do Milan, sendo que a escolha está dependente do novo diretor técnico, com Ralf Rangnick a ser o preferido, embora a federação austríaca pressione pela sua continuidade como selecionador.
Dezassete dias após a reestruturação da sua direção, o Milan continua num período de incerteza, sem ter ainda definido o seu novo treinador e diretor técnico. Apesar das inúmeras reuniões e contactos liderados por Gerry Cardinale, a estrutura para o futuro dos rossoneri permanece por anunciar, com o objetivo de construir um projeto sólido e duradouro.
Entre os vários nomes contactados, que incluem Mauricio Pochettino, atual selecionador dos Estados Unidos, e o já referido Ruben Amorim, é o austríaco Oliver Glasner quem se destaca como o favorito para assumir o comando técnico. Já existe, inclusive, um princípio de acordo para um contrato de dois anos, com opção de mais um, e um salário de 3,5 milhões de euros por temporada.
No entanto, a estratégia do Milan passa por nomear primeiro o diretor da área técnica antes de oficializar o treinador. Para função de diretor técnico, o nome mais forte é o de Ralf Rangnick. Contudo, o acordo com o alemão, atual selecionador da Áustria, está longe de ser uma certeza. O clube italiano tem dúvidas sobre a sua disponibilidade imediata, uma vez que Rangnick estará ocupado com o Mundial, e receia a sua abordagem pouco flexível.
Apesar dos obstáculos, o Milan continua a ponderar a dupla austro-alemã, com Glasner no banco e Rangnick na direção. Esta parceria garantiria uma visão e filosofia de futebol alinhadas para relançar o clube, que falhou o apuramento para a Liga dos Campeões nos últimos dois anos, e iniciar um novo ciclo de sucesso.