Yanis Begraoui, melhor marcador do Estoril, com a edição da Meninos da Linha em que protagonizou a capa. Foto: Estoril Praia SAD
Yanis Begraoui, melhor marcador do Estoril, com a edição da Meninos da Linha em que protagonizou a capa. Foto: Estoril Praia SAD

Meninos da Linha e de êxito absoluto: «Os jogadores adoram»

Estoril celebrou a 25.ª edição da sua revista oficial, que faz sucesso entre os seus adeptos e até o plantel profissional: jogadores revelam 'hobbies' e memórias de carreira... e são ávidos consumidores da publicação

O resultado não foi o desejado para o Estoril, que foi derrotado em casa pelo Rio Ave (2-1), mas precisamente nessa partida os canarinhos atingiam um marco especial num dos pontos convergentes para todos os profissionais, adeptos e simpatizantes do emblema da Linha de Cascais: a Meninos da Linha, revista oficial do clube que cumpriu a sua 25.ª edição.

Um verdadeiro almanaque para estorilistas, de distribuição gratuita e semanal – uma nova edição é impressa a cada jornada da Liga - e que tem sido um sucesso absoluto… inclusive entre os jogadores, como indica o editor, João Carreira.

«A revista tem rubricas como as histórias dos jogadores, por onde começaram, pequenas notícias com breves, tudo o que se passa no clube, e tem uma rubrica que os jogadores adoram e vão sempre à procura dela que se chama raio-X, que é sobre as preferências dos jogadores a nível de séries televisivas, música, de onde mais gostaram de jogar, qual o jogador com quem jogaram que mais os impressionou…», conta, satisfeito pelo feedback obtido.

A revista 'Meninos da Linha' tem merecido o reconhecimento dos adeptos do Estoril, inclusive entre os mais novos. Foto: Estoril Praia SAD

João Carreira, que à edição da Meninos da Linha junta as funções de assessor para a comunicação para SAD e clube, explica que, frequentemente, é nesta publicação que os jogadores do plantel principal se dão a conhecer aos adeptos.

«Os jogadores que passam por aqui têm entrevistas, alguns ainda cá estão, como por exemplo o Felix Bacher, o Pizzi, ou o Tsoungui, o presidente do Estoril [clube], o João Vieira, e outros jogadores que já saíram, como o Mangala ou o Zanocelo. Acho que esse tipo de coisas valoriza», acrescenta, grato à administração pela execução desta ideia que se enraizou entre as hostes do clube da Amoreira e que até teve antecessora.

«Lembro-me de como as coisas surgiram para este projeto - de um momento, na época 2004/2005, em que havia, de facto, uma revista do Estoril em todos os jogos em casa, que era a Estoril Magazine, e de uma capa que tinha o Jorge Baptista, guarda-redes, e ficou-me sempre na memória. Sendo eu adepto do Estoril que vinha a todos os jogos, como é natural via, achava imensa piada, guardava essa revista e fazia coleção», conta, com nostalgia.

E desde a memória de um adepto até à prática nasceu a Meninos da Linha. «Quando surgiu a oportunidade de vir trabalhar para aqui profissionalmente, a possibilidade surgiu com uma conversa com o António Nobre, o nosso diretor de marketing… e assim tudo começou», revela o diretor estorilista, concentrado na criação do próximo número, alusivo à deslocação a Arouca, no próximo dia 6.