Campeão mundial de kickboxing recua na candidatura à presidência do V. Guimarães
Nuno Mendes descartou, esta terça-feira, a candidatura à presidência do Vitória de Guimarães, cujas eleições se realizam em 13 de junho, após ter anunciado, há cerca de um mês, a intenção de concorrer ao cargo.
Numa nota publicada nas redes sociais, o sócio e atleta dos conquistadores na secção de kickboxing assumira a intenção de encabeçar uma lista candidata aos órgãos sociais a 15 de abril, mas recuou nesse desígnio: «Após várias semanas de trabalho e reuniões no que diz respeito à minha possível candidatura, venho por este meio comunicar publicamente a minha decisão de não avançar com a candidatura à presidência do Vitória Sport Clube no presente ato eleitoral.»
Nuno Mendes salientou que a decisão, tomada de forma «ponderada e serena», se deveu à «ocultação de informação vital à massa associativa», impedindo que «os sócios exerçam o seu direito de voto de forma esclarecida e consciente», aos «prazos e datas escassos para um planeamento forte, sólido e de sucesso» e a «um impedimento» relacionado com os estatutos do clube.
Recorde-se que eleições dos vimaranenses contam, neste momento, com quatro candidaturas: Belmiro Pinto dos Santos, sócio número 4.995 e presidente da Mesa da Assembleia Geral entre 2022 e 2025, Júlio Vieira de Castro, sócio número 1.447 e candidato nas eleições de 2018, Rui Rodrigues, sócio número 5.592 e atual vice-presidente, e Viriato Sampaio, sócio número 1.994 e vogal do Conselho Fiscal entre 2019 e 2022.
Pinto Brasil também revelou esta terça-feira que não se vai candidatar, apesar de alerta para um «situação dramática» no clube minhoto.
As candidaturas têm de ser validadas esta quarta-feira, subscritas com um número mínimo de 300 assinaturas de associados com o pagamento de quotas regularizado, sendo que o ato eleitoral vai decorrer entre as 9h00 e as 19h00 de 13 de junho, sábado, no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense.
Os atuais órgãos sociais demitiram-se na sequência da conferência de Imprensa protagonizada pelo ainda presidente da Direção, António Miguel Cardoso, no dia 14 de abril.