Mathias de Amorim nas nuvens em Famalicão e nos sub-21: «Nunca pensei...»
Mathias de Amorim já bateu nos 50. O jovem médio chegou recentemente à meia centena de jogos ao serviço do Famalicão e a marca não o deixou indiferente.
Depois de ter rumado a Vila Nova no início da temporada passada, proveniente do histórico Bordéus (França), o jovem médio começou por ser opção nos sub-23 dos minhotos, mas rapidamente passou a ser aposta na elite. Em 2024/2025 contabilizou 26 jogos (um golo e duas assistências), sendo que na presente campanha já chegou aos 25 encontros (quatro tentos e um passe de morte). Contas feitas, e em todas as competições, são já 51 os encontros de Mathias de Amorim pelos famalicenses, dado que levou o jogador a fazer um género de balanço deste período. E a ambição mantém-se intacta.
«Quando cheguei aqui tinha objetivos e sonhos, mas nunca pensei que iria realizar tudo aquilo que já realizei. Estou muito orgulhoso de completar 50 jogos pelo Famalicão e só tenho de agradecer ao clube. Todos os jogadores querem jogar na Liga e estou muito contente», começou por dizer, em declarações reproduzidas pelos meios de comunicação dos minhotos.
O camisola 14 recorda a estreia e também um encontro que o marcou particularmente: «O meu primeiro jogo foi contra o Gil Vicente e foi muito difícil. Mas jogar na Liga é para desfrutar, para ter prazer. O jogo mais marcante foi contra o FC Porto, na época passada. Tinha toda a minha família na bancada e acho que entrei bem na partida.»
A polivalência é um trunfo que tem vindo a apresentar e Mathias de Amorim faz a autoanálise: «Gosto muito defender, mas também de atacar. Podemos dizer que sou um box to box. Todos os dias tento demonstrar ao treinador que posso ser titular, é preciso trabalhar bastante porque todos os jogadores têm qualidade para jogar.»
Ainda que tenha nascido em França — foi internacional sub-20 gaulês —, Mathias de Amorim é descendente de portugueses, pelo que era elegível para representar a equipa das Quinas. E foi sem surpresa que chegou a internacional sub-21 luso, contando já seis jogos (uma assistência) nas esperanças nacionais. «Estou muito contente por poder vestir também a camisola de Portugal, é um orgulho para mim. É o País dos meus avós e dos meus pais, são as minhas raízes. É a minha casa», assumiu, de coração aberto.
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