Maresca: «Haaland capitão? Já imaginaram o inferno que seria?»

Novo treinador do Manchester City tem uma declaração surpreendente sobre o avançado norueguês

No futebol, já foram dadas várias justificações para determinados jogadores não serem capitães. Mas talvez nunca se tenha visto aquela que foi dada por Enzo Maresca para justificar o facto de Erling Haaland não poder utilizar a braçadeira no Manchester City.

Com a saída de Bernardo Silva do clube, o novo treinador, que sucede a 10 anos de Pep Guardiola, vai ter de mexer no grupo de capitães. Mas o italiano já assegurou que o avançado noruguês não é uma das opções. A razão? Marca demasiados golos!

É isso mesmo. Foi o próprio Maresca que o assumiu e justificou.

«Tanto no Leicester como no Chelsea eu tinha uma regra: quando marcávamos golo, o capitão tinha de vir ter comigo junto à linha lateral para receber instruções, em vez de ir celebrar», começou por explicar.

«Mas caso fosse o capitão a marcar, podia ir celebrar. Se o Erling for o capitão, seria um inferno! Conseguem imaginar o problema que teríamos?», questionou.

A imprensa inglesa aponta o português Rúben Dias como o principal candidato a capitão, ele que já integrava o lote, juntamente com Rodri e… Haaland. De acordo com alguns jornais, Maresca quer ter presença inglesa entre os líderes e os nomes que surgem como possíveis inclusões são Phil Foden e Marc Guehi.

Se Foden pode complicar um pouco mais a regra de Maresca, os restantes não são propriamente goleadores, razão pela qual não se colocará o problema que Haaland causaria.

«Sei que são apenas dois ou três minutos, mas há sempre ajustes a fazer», defendeu ainda o treinador em conferência de imprensa.

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