Leixões venceu Amarante por 3-1. Exagerado? Talvez. Mas muito justo
Apesar de ser uma novidade na Liga 2, Leixões e Amarante têm já historial de confrontos e esse, em especial no Estádio do Mar, já era muito favorável ao Leixões. Que puxou dos galões para tentar impor jogo e chegou ao (bonito) golo logo aos 8 minutos, um remate forte e colocado, à entrada da grande área, de Cláudio Araújo.
O Amarante regiu, pela meia hora de jogo até tinha algum ascente, mas os da casa voltaram a mostrar-se mais precisos no momento de ferir marcar. Aos 46+6, mesmo em cima do intervalo, uma emenda de Lucas Paraízo em cima da linha de golo de o 2-0. Exagerado? Tavez um pouco, mas não injusto. O Amarante teve bons momentos, mas foi macio. Isso traduz-se pelas raras oportunidades de golo e pelo menor número de faltas cometidas em comparação com o Leixões na 1.º parte.
Na segunda parte, o Leixões tratou de não deixar o Amarante entrar no jogo e numa rápida transição Róchez chegou ao 3-0. Mas foi em mais esta contariedade que o Amarante revelou uma das melhroes qualidades: não desistiu. Mas também um dos defeitos: não aproveitar as prendas. Não desistiu quando Arome Idache passou por dois adversários antes de oferecer o golo a Simão Silva (64'); não sou aproveitar a prenda de Lourenço ao cometer uma grande penalidade logo a seguir. E em vez de marcar logo o 2.º, assustar o Leixões e acreditar, Gustavo Silva foi absolutamente desastrado, rematando torto e muito por cima da baliza...