Klopp não promete medalhas pela Alemanha: «Posso dizer que vamos tentar»
Jürgen Klopp está prestes a estrear-se como selecionador alemão, no jogo desta quinta-feira contra os Países Baixos, em Amesterdão. O técnico de 59 anos fez esta quarta-feira a antevisão ao duelo da primeira jornada do Grupo A2 da Liga das Nações, admitiu sentir uma «tensão positiva», mas não deixou promessas sobre eventuais conquistas ao comando da Mannschaft.
«Existe uma tensão positiva. Fizemos tanta coisa nos últimos três dias que não tivemos tempo para ficar nervosos». A preparação, de acordo com o técnico, focou-se mais em conversas individuais e em grupo do que no trabalho de campo, com o objetivo de preparar a recém-formada equipa para o desafio.
Embora não tenha revelado detalhes sobre a tática ou o onze inicial, Klopp explicou a abordagem geral. «A tática foi inventada para nos formarmos e organizarmos de modo a que as vantagens individuais do adversário não sejam tão visíveis», disse, acrescentando: «Acredito que a forma como nos organizamos pode ajudar os nossos jogadores a tornarem-se na melhor versão deles próprios.»
O treinador está ciente do passado recente da seleção, tendo acompanhado de perto, como comentador televisivo, o dececionante desempenho no Mundial dos EUA, sob o comando de Julian Nagelsmann, em que a equipa caiu nos 16 avos de final frente ao Paraguai. Mas Jurgen Klopp não quis deixar garantias sobre medalhas. «Não quero prometer nada. O que posso dizer é que vamos tentar. Quando as coisas não funcionam, olhamos com mais atenção e tentamos fazer mudanças. É nesse ponto em que estamos», referiu o alemão.
O técnico explicou ainda porque convocou 44 jogadores para estes quatro jogos. «Sou responsável pela equipa e a minha tarefa é a de conquistar a oportunidade de vencer todos os jogos. Não vai resultar sempre, mas estamos a trabalhar para isso. Espero ver algumas coisas já amanhã», completou.
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