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Crescer sem perder identidade: o desafio de construir uma equipa vencedora

Branded Content Zome x A BOLA

Criar um negócio imobiliário implica muito mais do que abrir uma agência. É preciso conhecer o mercado, atrair profissionais, desenvolver uma equipa e conquistar a confiança dos clientes. Num setor cada vez mais competitivo, o franchising pode oferecer uma alternativa a quem pretende empreender com autonomia, mas apoiado na experiência, nas ferramentas e no conhecimento de uma rede.

Abrir um negócio próprio é um desafio que começa muito antes de receber o primeiro cliente. Da definição da estratégia comercial ao recrutamento, passando pela formação e pela gestão da operação, são várias as decisões que condicionam o sucesso de uma nova empresa.

No setor imobiliário, o modelo de franchising permite conciliar a autonomia de quem lidera um negócio local com a integração numa estrutura mais ampla. Mas o valor desta relação não está apenas no reconhecimento da marca. Está também no apoio que o parceiro recebe para desenvolver a sua atividade e construir uma equipa capaz de crescer de forma sustentada.

Empreender com autonomia, mas sem começar do zero

Uma das principais vantagens do franchising é permitir que um empreendedor desenvolva o seu negócio integrado numa organização que já dispõe de experiência, processos e conhecimento do setor.

Esta estrutura pode facilitar a entrada no mercado, permitindo que o parceiro concentre uma parte importante dos seus esforços na relação com os clientes, na liderança da equipa e no desenvolvimento comercial.

No entanto, nem todos os modelos de franchising oferecem o mesmo tipo de acompanhamento. Mais do que avaliar a notoriedade de uma marca, importa perceber que recursos disponibiliza, como apoia os parceiros e de que forma contribui para o crescimento dos respetivos negócios.

Miguel Aguiar, Chief Expansion Officer da Zome

Segundo Miguel Aguiar, Chief Expansion Officer da Zome, a principal diferença está na forma como a rede acompanha quem decide empreender. “Não entregamos apenas uma marca ou um modelo de negócio. Trabalhamos lado a lado com os nossos parceiros, desde a preparação e abertura do Hub até à consolidação da operação, apoiando-os na definição da estratégia, no recrutamento e no desenvolvimento das suas equipas. Queremos que cada franchisado tenha autonomia para liderar o seu negócio, mas também a segurança de saber que tem uma estrutura experiente a apoiá-lo em cada etapa do seu crescimento”, explica o responsável.

A expansão desta rede imobiliária 100% portuguesa procura conciliar o desenvolvimento de novos negócios com a preservação de uma identidade comum. A seleção dos parceiros assume, por isso, particular importância. 

Carlos Santos, CEO da Zome

Como sublinha Carlos Santos, CEO da Zome, “o nosso objetivo não é simplesmente abrir mais agências. É criar negócios de sucesso, liderados por empreendedores capazes de atrair talento, desenvolver equipas e conquistar a confiança dos clientes. Crescer faz parte da nossa identidade, mas esse crescimento só faz sentido se formos capazes de garantir aos nossos parceiros as condições necessárias para evoluírem de forma sustentada.”

Construir uma equipa é tão importante como abrir uma agência

A abertura de uma agência representa apenas o início de um projeto empresarial. O seu desenvolvimento depende, em grande medida, da capacidade de atrair profissionais, criar condições para a sua evolução e construir uma equipa com objetivos partilhados.

É aqui que a integração numa rede pode fazer a diferença. O acesso a formação especializada, acompanhamento constante e partilha de conhecimento pode ajudar os parceiros a desenvolver competências de liderança e gestão, ao mesmo tempo que contribui para a preparação dos consultores imobiliários.

Para a Zome, a escolha de um parceiro não depende exclusivamente da experiência anterior no setor, mas também da sua capacidade de desenvolver pessoas e promover uma cultura de colaboração.

“A experiência é importante, mas é algo que se pode desenvolver. A forma de estar, não. Procuramos pessoas que queiram construir uma equipa, e não apenas gerir um negócio”, afirma Miguel Aguiar. O responsável pela Expansão da marca acrescenta que “um bom parceiro é alguém que percebe que o seu sucesso depende da qualidade das pessoas que atrai, da forma como as forma e do ambiente que cria na sua unidade. É também alguém disponível para partilhar conhecimento, boas práticas e oportunidades de negócio com outros Hubs da rede.”

Na prática, este apoio concretiza-se através de diferentes ferramentas e recursos disponibilizados aos franchisados. A Zome Academy, plataforma de formação da rede, permite o acesso a conteúdos de aprendizagem e atualização contínua, contribuindo para o desenvolvimento das competências dos profissionais. A este recurso juntam-se o acompanhamento por gestores de operações especializados, a partilha de boas práticas entre os diferentes Hubs e ferramentas tecnológicas de apoio à gestão e à atividade comercial. O objetivo é que cada franchisado tenha condições para desenvolver a sua equipa, melhorar a eficiência da operação e construir um negócio sustentável.

Crescer sem perder aquilo que distingue a marca

À medida que uma rede se expande, um dos principais desafios é assegurar que a autonomia dos parceiros não compromete a consistência da experiência proporcionada aos clientes.

Um Hub Zome localizado em Braga terá necessariamente uma realidade diferente de outro situada em Lisboa ou no Algarve. O conhecimento do mercado local é uma vantagem, mas deve coexistir com princípios comuns de atuação.

Na perspetiva de Carlos Santos, essa combinação entre autonomia e identidade é fundamental. “A transparência, o rigor no acompanhamento de cada processo e a colaboração entre colegas não dependem da localização ou da dimensão da equipa. São princípios que definem a nossa forma de estar e que devem ser partilhados por todos os profissionais da rede, independentemente do mercado onde atuam.”

O CEO defende que a identidade da marca não deve impedir os parceiros de adaptarem o negócio às características dos respetivos mercados. “Não precisamos que todas as equipas joguem da mesma forma. Precisamos que partilhem os mesmos valores, os mesmos padrões de qualidade e a mesma ambição de evoluir.”

Mais do que multiplicar a presença territorial, o objetivo é construir uma rede em que os parceiros partilhem uma visão de negócio e encontrem condições para desenvolver as suas equipas. Porque o verdadeiro desafio de uma rede em expansão não está apenas em chegar a novos mercados. Está em conseguir que cada novo parceiro contribua para reforçar aquilo que distingue a marca.

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