Lukas Hornicek até defendeu com a cara, mantendo o SC Braga na luta até ao fim (IMAGO)
Lukas Hornicek até defendeu com a cara, mantendo o SC Braga na luta até ao fim (IMAGO)

Hornicek bem tentou valer por dois... (as notas do SC Braga)

Defesas monumentais fizeram equipa lutar até ao fim. Só (um) Pau não chegou para abater alemães
A figura – Lukas Hornicek (6)

Voltou a dar prova de qualidade e agigantou-se entre os postes. Não se deixou afetar pelo 1-0 (lance dos diabos...), nada podia fazer no 2-0, adiou o 3-0 com defesas monumentais (53', 70 e 71' — duas neste minuto), mas era noite de zero sorte e o 3-0 veio a seguir. Mas o jogo não acabou aí.

Lagerbielke (5) — Lutou, não deu bolas por perdidas, mas foi difícil parar um Friburgo que entrou galvanizado.

Paulo Oliveira (4) — Ficou ligado ao lance da expulsão de Dorgeles. Procurou não se deixar afetar, mas nem sempre foi possível e pareceu notar-se na abordagem a alguns lances.

Vítor Carvalho (4) — O fatídico lance aos 7' também o obrigou a trabalho redobrado, mas faltou eficácia para esconjurar o perigo, caso do 1-0.

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Víctor Gómez (5) — Com a equipa com 10 sentiu dificuldades em fechar o flanco, mas teve forças para ir à frente e pôs o Friburgo em sentido com bola ao poste (45+1'). Saiu em lágrimas.

João Moutinho (5) — Os alemães agigantaram-se cedo, mas Moutinho bem tentou ser farol para ainda iluminar o caminho para Istambul. É impressionante como corre e luta aos 39 anos. Foi até à última gota de suor.

 Tiknaz (4) — O discernimento não foi o melhor. A primeira parte ofereceu contrariedades a mais à equipa, o turco não escapou a isso e sentiu dificuldades para estancar as investidas do Friburgo.

 Dorgeles (2) — Tocou-lhe a fava. Procurou emendar erro que não foi dele, mas foi pior a emenda que o soneto...

Gorby (5) — Foi das melhores e mais esclarecidas unidades dos minhotos e procurou dar trabalho aos alemães. Com a expulsão de Dorgeles subiu um pouco mais no terreno, para ligação mais direta com o (depauperado) ataque.

 Pau Víctor (6) — Num contexto adverso, pesadíssimo, nunca perdeu tração, ajudou muito a fechar, desgastou-se a ir para a frente e para trás, e corporizou a melhor versão que Vicens tanto gosta de pedir (mas que aparece muito menos vezes do que pede...). O golo aos 79' recolocou os bracarenses em jogo e pesou um pouco na cabeça dos alemães.

 Zalazar (3) — Foi sombra do que pode ser. Sem energia desde cedo.

 Moscardo (5) — Deu o corpo ao ataque e ainda tentou três remates, todos bloqueados.

Fran Navarro (5) — Aos 84', teve na cabeça a oportunidade de fazer o 3-2, mas... falhou.

 Gabri Martínez (5) — Trouxe velocidade, faltou a ponta final...

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