Guardiola: «Haaland disse-me que dormiu incrivelmente bem»
Após a derrota no dérbi frente ao Manchester United, Pep Guardiola garantiu foco total na UEFA Champions League, na antevisão ao duelo entre o Manchester City e o Bodo/Glimt, que poderá ser decisivo para as aspirações dos ingleses na prova milionária.
O técnico catalão fez questão de sublinhar que o passado já ficou para trás. «Eles [o Manchester United] foram melhores e quando um adversário é melhor só há uma coisa a fazer: dar os parabéns, aprender e seguir em frente», afirmou Guardiola, garantindo que no seio do plantel «não se falou uma única palavra sobre o United».
O treinador do City reforçou que o foco está totalmente na Liga dos Campeões e na possibilidade de garantir um lugar entre os oito primeiros da fase de liga. «Temos agora 13 pontos, na época passada tínhamos apenas sete nesta altura. Amanhã temos a oportunidade de assegurar o top 8 e isso é argumento mais do que suficiente para estarmos concentrados no presente», explicou.
«A inconsistência é normal quando tens 11 jogadores indisponíveis. Temos muitos jogadores com menos de um ano no clube e isso exige tempo. Quando conseguimos manter uma linha defensiva estável, tudo se torna mais consistente. Eu gosto de rodar a equipa, mas ter consistência na linha defensiva ajuda», analisou, assumindo que aceita «os altos e baixos» como parte do processo.
Sobre Erling Haaland, que saiu desgastado do dérbi, Guardiola tranquilizou os adeptos: «Ele disse-me que dormiu incrivelmente bem. Está apto.» O norueguês deverá, assim, voltar a liderar o ataque frente ao Bodo/Glimt, num jogo disputado em relvado artificial e em condições climatéricas exigentes.
«Guéhi é um defesa de topo»
Guardiola falou, ainda, sobre Marc Guéhi, o mais recente reforço do Manchester City, deixando clara a importância da contratação. «É um defesa de topo, joga na seleção inglesa e está na idade perfeita para ficar muitos anos connosco e pode jogar tanto na direita quanto na esquerda. Gosto dele especialmente porque sei o quanto ele queria se juntar a nós, e pela ajuda que nos dará com os problemas que teremos nos próximos meses. É muito importante que ele esteja aqui», afirmou.
«Tenho certeza de que, se ele tivesse um contrato mais longo com o Crystal Palace, teria sido impossível. Mas o facto de faltarem seis meses para o fim do contrato facilitou a situação nesses termos. Claro, Crystal Palace e Manchester City tiveram que chegar a um acordo e, depois disso, o jogador decidiu vir», concluiu.
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