Guarda-redes condenado por assassinato volta à prisão após jogar na Copa do Brasil
Bruno Fernandes foi condenado em 2013 por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da ex-namorada Eliza Samudio, desaparecida em junho de 2010. O guarda-redes, que defendia o Flamengo na época, foi condenado a 23 anos de prisão efetiva, mas obteve regime semiaberto em 2019 e desde 2023 cumpre liberdade condicional.
No dia 15 de Fevereiro, o jogador assinou pelo Vasco do Acre e no dia 19 entrou em campo pela Taça do Brasil frente ao Velo Clube, onde acabou por ser eliminado nas penalidades.
O processo de Bruno não permitia que o guarda-redes abandonasse o Rio de Janeiro sem autorização prévia.
Devido a essa infração, o juiz Rafael Estrela Nóbrega avaliou que a conduta do guarda-redes demonstrou falta de compromisso com as regras estabelecidas e determinou o regresso de Bruno à prisão em regime semiaberto.