FC Porto: Villas-Boas anuncia Rui Pedroto como vice-presidente para a área de Projetos Sociais
André Villas-Boas apresentou Rui Pedroto como vice-presidente para a área de Projetos Sociais. Rui Pedroto, atual presidente da Comissão Executiva da Fundação Manuel António da Mota, será uma peça importante na criação da Fundação FC Porto, projeto de André Villas-Boas para aumentar o impacto social e comunitário do clube. Nascido no Porto em 1960, Rui Pedroto tem uma notável carreira na gestão e desenvolvimento social. Sócio nº 5.592 do FC Porto, é filho de José Maria Pedroto, lendário treinador e unanimemente reconhecido como um dos arquitetos dos sucessos históricos do clube.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1984, Rui Pedroto complementou a sua formação académica com estudos em Direção de Empresas, Administração Pública e Estratégia Empresarial. O seu percurso profissional iniciou-se como advogado, especializando-se nas áreas de direito civil, comercial e laboral, antes de se dedicar ao setor empresarial e a organizações.
Foi técnico de Recursos Humanos na Aliança Seguradora (atual AGEAS) entre 1988 e 1990 e Coordenador de Recursos Humanos na área imobiliária do Grupo SONAE entre 1990 e 1991, com posterior passagem pela empresa Contacto (Grupo SONAE), onde exerceu funções de Diretor Jurídico e de Recursos Humanos até 1993.
Desde 1993, Rui Pedroto tem estado associado ao Grupo Mota-Engil, onde inicialmente assumiu o cargo de Diretor de Recursos Humanos e mais tarde liderou a Direção de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade. A sua experiência inclui também a liderança em várias associações e fundações dedicadas ao desenvolvimento social, tendo sido diretor do Centro Distrital da Segurança Social do Porto entre 2002 e 2005. É, desde 2014, presidente da Comissão Executiva da Fundação Manuel António da Mota, instituição que visa desenvolver e apoiar iniciativas sociais, educativas, culturais e científicas.
André Villas-Boas congratula-se com a escolha de Rui Pedroto: «Exemplifica dedicação e excelência no trabalho social, e a sua liderança na Fundação Manuel António da Mota é um testemunho disso. Um dos maiores orgulhos da nossa candidatura é a criação da Fundação FC Porto. É essencial que o FC Porto se destaque no combate às crescentes desigualdades sociais e económicas. A nossa fundação aspira a ter um impacto social significativo, à altura do palmarés e da história do clube, fomentando a intervenção social com os valores do desporto e utilizando o seu poder como veículo de promoção da saúde, educação e igualdade de direitos. Caberá a Rui Pedroto, o nosso futuro vice-presidente para a área de Projetos Sociais, concretizar esta visão», disse o candidato.
A indicação de Rui Pedroto como vice-presidente de Projetos Sociais reflete o compromisso da candidatura ‘Só Há Um Porto’ em implementar uma forte cultura de responsabilidade social no FC Porto e criar um legado duradouro que transcenda o desporto, em benefício de toda a comunidade.
Rui Pedroto também falou na sede de campanha de André Villas-Boas:
Calor humano: «Espero que este calor humano se transmita no dia 276 para inaugurar nova era na vida do nosso clube. Fico muito feliz por ter aqui a minha família e do universo portista. Tornei-me sócio há 48 anos, mas a minha ligação começou na infância. Evoco a saudosa memória do meu pai. O seu percurso fica inquestionavelmente ligado à história do futebol e do desporto português do século XX».
Elogio a Villas-Boas: «O percurso de Villas-Boas fala por si, no FC Porto foi homem de conquistas, preparou a candidatura, lidera equipa de pessoas competentes, portistas indefetíveis. Uma candidatura imune a pretensões pessoais, que não se verga a interesses de ninguém, que fala a verdade e encara com rigor e seriedade os desafios. Sabe ser grata ao passado, não esquece as incontáveis conquistas das últimas décadas».
Candidatura e 25 de Abril: «Nos 50 anos de Abril esta é candidatura de coragem de homens e mulheres sem medo. Uma candidatura de união de todas as gerações e classes, para quem não há elites, portistas de primeira ou segunda, amigos ou inimigos. Que recusa ataques pessoais, uma candidatura transparente com paredes de vidro».