Alberto Costa, lateral-direito do FC Porto - Foto: IMAGO

FC Porto: quando Alberto Costa quis ser Guarín e acabou como... Danilo

Lateral-direito dos dragões concedeu entrevista aos meios do clube e revelou que, em criança, tinha o médio colombiano como ídolo. Anos mais tarde, na Juventus, viria a conviver com o internacional brasileiro que também tem como referência

Alberto Costa chegou no arranque da presente temporada ao FC Porto, mas já carregava o azul e branco no peito há muito tempo. Adepto dos dragões desde pequeno, o lateral-direito concedeu uma entrevista aos meios azuis e brancos, na qual revelou ter um ídolo, de certa forma, inesperado.

«Por acaso, o meu jogador preferido era o Guarín. Ele era assim meio parecido comigo. Quando eu estava no Tirsense, o treinador perguntou que nome queríamos ter na camisola e eu disse 'F. Guarín'. Foi mesmo coisa à criança... À noite, o treinador ligou ao meu pai, que lhe disse que não, disse para pôr 'Alberto'. Eu só soube no dia a seguir, quando fui ao treino. Disse que não deu para meter... Caso contrário, tinha sido 'F. Guarín' na camisola», contou o número 20 dos dragões.

Alguns anos depois, Alberto fixou-se noutra referência: o internacional brasileiro Danilo, também lateral-direito, que representou o FC Porto entre 2012 e 2015. «Lembro-me que sempre foi uma grande referência. E por acaso, no Vitória de Guimarães B, quando tive os primeiros treinos, o adjunto dizia que eu era o Danilo... Na maneira de jogar, sinto que tenho parecenças. Algumas diferenças também, mas a nível de fazer o corredor vejo semelhanças», prosseguiu o defesa, de 23 anos, que sempre teve «o sonho de ser campeão pelo clube do coração».

Já em 2025, quando se transferiu para a Juventus, Alberto pôde conhecer Danilo, uma vez que os dois chegaram a partilhar o balneário em Turim durante algumas semanas, antes da saída do canarinho para o Flamengo.

«A ida para a Juventus aconteceu de forma muito rápida. Foi antes do jogo [do Vitória] com o Elvas que soube que o interesse era verdadeiro. Depois, foi tudo muito rápido, um misto de emoções. Senti que era o melhor a fazer, o melhor projeto. Fui por uma soma importante, mais de 12 milhões de euros para o Vitória, que era muito bom», começou por recordar.

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«Estive com o Danilo em Turim e depois, no Mundial de Clubes, ele foi visitar a Juventus. Por acaso, quando me cruzei com ele, disse-me: 'Boa, duas assistências no primeiro jogo'. E percebi que ele estava a acompanhar-me... Essas pequenas coisas marcam. Depois, por acaso estava com o Chico [Conceição] e também estava lá o Alex Sandro. Tirámos uma foto os quatro e eu, até em jeito de brincadeira com o Chico, disse: 'Fogo, sou aqui o único que nunca jogou no FC Porto!' Nem um mês depois, cá estava eu», rematou Alberto.