FC Porto não cede por Rodrigo Mora: Roma obrigada a satisfazer pretensões da SAD
FC Porto e Roma aproximaram-se na noite de terça-feira com vista à transferência de Rodrigo Mora, mas, como escrevemos na manhã desta quarta-feira, a discussão das condições que podem tornar a obrigatória a opção de compra está a emperrar as negociações.
Nesta fase, a posição dos dragões é clara: ou a Roma vai de encontro às pretensões da SAD azul e branca, que quer estabelecer termos fáceis de obrigação de compra, ou o dossiê pode não seguir em frente.
Como A BOLA adiantou em primeira mão na terça-feira, o FC Porto rejeitou todos os moldes de negócio sugeridos pela Roma e avançou com uma espécie de contraproposta: um empréstimo, mediante pagamento de taxa de 10 milhões de euros, acrescido de uma opção de compra (€40 milhões, bónus e, eventualmente, percentagem de futura venda) que pode tornar-se obrigatória mediante o cumprimento de determinadas metas.
Essas metas são, nesta fase, o que está a gerar discordância entre os dois emblemas. No entanto, FC Porto e Roma mantêm aberta a via de diálogo, na tentativa de encontrar uma solução que satisfaça ambas as partes e possa culminar na mudança de Mora para a capital italiana, na tentativa de encontrar maior regularidade.
Projeta-se, assim, outro dia intenso de negociações entre as partes, sendo claro que o FC Porto não abdica do que entende ser justo pela transferência de um dos maiores talentos do plantel: uma verba global a bater nos 50 milhões de euros (ou mais...), que, a envolver uma opção de compra, terá de ser com elevada probabilidade de ativação.