Corei Allen controla a bola perante o olhar de Trevor Baskin, na Supertaça de basquetebol entre o FC Porto e o Sporting - Foto: LUIS FORRA/LUSA
Corei Allen controla a bola perante o olhar de Trevor Baskin, na Supertaça de basquetebol entre o FC Porto e o Sporting - Foto: LUIS FORRA/LUSA
Adicione A BOLA às suas preferências do Google

FC Porto renasce no último período e bate Sporting para ganhar a Supertaça

Triunfo portista alcançado depois de ter estado a perder durante três quartos do tempo

Desperdiçar à dúzia sai caro! O Sporting liderou durante grande parte do jogo de atribuição do primeiro troféu da época do basquetebol, teve duas vantagens de 12 pontos ao longo da partida, mas foi o FC Porto quem conquistou a Supertaça, depois de ter estado 30 minutos atrás no marcador.

Nos momentos decisivos o campeão nacional mostrou maior frieza e depois de ter voltado a passar para a frente a abrir o quarto período - algo que não acontecia desde o 1-0! -, graças a um triplo de Voytso, nunca cedeu a liderança. O melhor que os leões conseguiram foi empatar o jogo a pouco mais de dois minutos do fim (72-72), mas faltou depois frescura física e disponibilidade mental para voltar a passar para a frente. 

O triunfo alcançado em Albufeira pelo campeão nacional foi duro, como mostra o resultado 80-76, e sustentado no último período, que os dragões venceram por 29-24. 

Na primeira vez que as duas equipas se defrontam na luta pelo troféu, o FC Porto conquista a Supertaça pela nona vez, recuperando um troféu que tinha vencido em 2024, perdendo na época passada para o Benfica.

Entrada de leão!

Graças a um acerto impressionante nos lançamentos de três pontos - converteu seis dos primeiros sete! - os leões chegaram a 12 pontos de vantagem (22-10) logo aos sete minutos. O FC Porto abusava das jogadas individuais e os leões controlavam defensivamente sem grande dificuldade.

A reação portista ainda permitiu reduzir a desvantagem, que era de 26-22 no fim do primeiro quarto, muito graças à eficácia de Thomas Bropleh (12 pontos), ele que seria o jogador mais regular dos dragões e terminaria o jogo como melhor marcador com 20 pontos.

O segundo período foi de desacerto geral das duas equipas, como mostra o parcial de 9-15, que ainda assim permitiu aos leões irem para o intervalo a vencer por dez pontos (41-31), depois de terem atingido a segunda vantagem de 12 pontos a cerca de um minuto do descanso.

A reviravolta no encontro começou a ganhar forma no terceiro período, fruto de um desacerto ofensivo claro da equipa leonina, que foi castigado com o crescimento do FC Porto, com Gonçalo Delgado e Xeyrius Williams a subirem o nível e Miguel Queiroz a começar a aparecer também.

A quebra física da equipa de Bernardo Pires na reta final do encontro foi clara - o novo técnico dos leões não pôde contar com Liam O’Reilly nem Gustavo Teixeira, por lesão - e os campeões nacionais não perdoaram. Passaram para a frente do marcador logo no início do úlitmo período e agarraram-se com tudo à vantagem, gerindo até ao fim do encontro, quase sempre com duas posses de bola de diferença.

(em atualização)

A iniciar sessão com Google...