FC Porto: Coreia do Sul em casa suaviza contrarrelógio de Inbeom Hwang
Inbeom Hwang vai voltar a representar a Coreia do Sul na próxima pausa internacional, numa série de quatro particulares que, apesar de obrigar o médio do FC Porto à longa viagem entre Portugal e a Ásia, apresenta uma vantagem importante: todos os compromissos serão disputados em território sul-coreano, sem voos internacionais pelo meio.
O internacional de 29 anos terá pela frente o Equador, a 24 de setembro, em Suwon, o Uruguai, quatro dias depois, em Seul, a Venezuela, a 2 de outubro, em Ulsan, e o Uzbequistão, a 6, em Yongin. A primeira deslocação é curta: Suwon fica na província de Gyeonggi, na área metropolitana da capital, a cerca de 35 quilómetros de Seul por estrada, num trajeto que pode rondar meia hora. Yongin, palco do último encontro, também se situa nos arredores de Seul, a aproximadamente 45 quilómetros — cerca de 40 minutos de carro.
A viagem mais longa da concentração acontece para Ulsan, cidade portuária do sudeste da Coreia do Sul e sede do duelo com a Venezuela. A partir de Seul, o percurso é de cerca de 350 quilómetros por estrada e pode demorar pouco mais de quatro horas; de comboio de alta velocidade, a ligação fica próxima das duas horas. Depois do jogo de 2 de outubro, a seleção terá ainda de regressar para norte, até Yongin, deslocação de cerca de 323 quilómetros por estrada e perto de três horas e 45 minutos de viagem.
A agenda não elimina, assim, o desgaste das deslocações, mas Hwang não terá de mudar de país entre partidas e os jogos de Suwon, Seul e Yongin decorrem todos na região alargada da capital. A única deslocação verdadeiramente longa é a ida a Ulsan e o posterior regresso para Yongin, antes do particular diante do Uzbequistão.
O último encontro está marcado para 6 de outubro, deixando o médio com poucos dias para voltar ao Porto e recuperar antes da deslocação ao terreno do Marítimo, prevista para dia 10. A maior exigência continuará a estar na viagem intercontinental de regresso, na gestão do fuso horário e na proximidade do desafio contra os insulares, mas a organização da janela sul-coreana evita que Hwang acumule voos internacionais durante a concentração.