Kiwior, Bednarek e Pietuszewski, os polacos do FC Porto — Foto: FC Porto
Kiwior, Bednarek e Pietuszewski, os polacos do FC Porto — Foto: FC Porto
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Família polaca do FC Porto recebe uma visita sem convite (amigos, amigos...)

Compatriotas e amigos na seleção, Bednarek, Kiwior e Pietuszewski nunca enfrentaram Kaminski. Clássico gera grande expectativa na Polónia, onde os azuis e brancos já são seguidos com atenção desde a época passada

É conhecida a ligação umbilical entre os três polacos do FC Porto, quase de pais para filho no que toca à relação de Bednarek e Kiwior com o mais jovem e irreverente membro da família azul e branca, Oskar Pietuszewski. Na seleção da Polónia, essa ligação também já conheceu vários capítulos, desde que o extremo, de 18 anos, saltou para a equipa principal, depois de brilhar nos sub-21 e de se afirmar nos azuis e brancos.

Agora, há um quarto polaco que entra em contramão nesta história, ainda que de forma episódica e apenas por um jogo. Falamos de Kaminski.

Com a utilização de Oskar sob reserva, ainda que tenha sido chamado por Farioli, o clássico de domingo poderá marcar o primeiro confronto direto do reforço benfiquista — caso Marco Silva o utilize — com a dupla de compatriotas que compõe o eixo defensivo portista. Companheiros na seleção, Kiwior, Bednarek e também Pietuszewski nunca defrontaram Kaminski em jogos oficiais ao longo da carreira. A explicação encontra-se nos percursos distintos dos quatro jogadores antes da chegada a Portugal.

Kaminski subiu à equipa principal do Lech Poznan em 2019 e permaneceu no clube até 2022. Por essa altura, Bednarek já tinha deixado a Polónia rumo ao Southampton, em 2017. Kiwior, por sua vez, fez grande parte da formação fora do país, incluindo uma passagem pela Eslováquia, enquanto Pietuszewski apenas se estreou pela equipa principal do Jagiellonia Białystok em 2024.

O interesse do público polaco pelo futebol português cresceu à medida que o FC Porto foi engrossando a sua armada com jogadores daquele país. Bednarek foi o primeiro a chegar, mas não teve de esperar muito pela entrada de Kiwior, com quem formou, na época passada — a de estreia —, uma parceria afinadíssima e decisiva para a solidez defensiva do campeão nacional.

A eles juntou-se, em janeiro, Oskar Pietuszewski, ainda com 17 anos e o secundário por completar. Contrariando as previsões que apontavam para uma adaptação progressiva ao modelo de Farioli, Oskar entrou de rompante no onze, aproveitando uma fase menos conseguida de Borja Sainz — quer em termos físicos, quer pessoais — para cavar alicerces na equipa de Farioli.

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