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De la Fuente elogia talismã, Rudi Garcia aponta o dedo a «certos erros»
Luis de la Fuente tornou-se no terceiro selecionador na história a conduzir Espanha a um lugar entre as quatro melhores seleções do mundo. O atual timoneiro da la roja junta-se a Guillermo Eizaguirre (1950) e Vicente del Bosque (2010).
Tal como contra Portugal, nos oitavos de final, Mikel Merino saltou do banco para ser decisivo. O jogador do Arsenal entrou aos 86' e, dois minutos depois, fez o segundo golo de Espanha.
«É a garra da equipa em qualquer circunstância e situação. Reitero o meu orgulho em liderar este grupo, que está ansioso por crescer e melhorar. Fizemos mais do que o suficiente para ganhar com mais tranquilidade. Precisamos reconhecer o quão difícil é vencer. Merino? Tem muitas virtudes, poderia jogar em qualquer seleção ou clube. É perfeito para este grupo e para este estilo de jogo. Sabemos que sempre que precisarmos dele, ele estará lá. É injusto que não esteja a jogar mais, mas seria igualmente injusto se outro jogador não jogasse. Apenas 11 podem jogar e eles entendem esse papel. Quando entram em campo, sabem o que têm de fazer, por isso é um prazer ser o selecionador deles», referiu, em conferência de imprensa, perspetivando o encontro com França, que será uma espécie de final antecipada.
«Vamos trabalhar para tentar superar a França. Eles estarão tão preocupados quanto nós, já que fomos a única equipa no mundo capaz de vencê-los em duas partidas consecutivas», rematou.
«Não podemos cometer certos erros»
Rudi Garcia, selecionador da Bélgica, elogiou a exibição da equipa no geral, mas não gostou de «certos erros» que custaram a eliminação do Mundial.
«Estivemos muito perto de chegar ao prolongamento. Enfrentámos a Espanha de igual para igual. Os grandes jogos decidem-se por pormenores. Estamos todos solidários com os nossos jogadores, que podem ter cometido alguns erros durante o jogo. Contra este tipo de equipa, não podemos cometer certos erros. Infelizmente, fomos eliminados por causa disso. Tem de servir de lição, sobretudo para os mais jovens. Estão cheios de garra e entusiasmo, mas também têm de manter a cabeça fria e refletir em campo. Estou orgulhoso dos meus jogadores», referiu, sendo questionado sobre o futuro: «Quando comecei a minha aventura, disse que os 12 milhões de belgas deviam apoiar a sua equipa. Esse objetivo foi cumprido. É preciso ter o apoio de todo um país para o futuro.»
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