Nuno Espírito Santo e Mateus Fernandes, os portugueses do West Ham
Nuno Espírito Santo e Mateus Fernandes, os portugueses do West Ham - Foto: IMAGO

Antigos donos do Newcastle ponderam comprar o West Ham

Amanda Staveley e Mehrdad Ghodoussi estão interessados em adquirir a equipa de NES, após a demissão de Sullivan

Amanda Staveley e Mehrdad Ghodoussi, antigos coproprietários do Newcastle, estão a avaliar a possibilidade de adquirir o West Ham, clube que desceu da Premier League ao Championship. Segundo o Daily Mail Sport, já terão ocorrido conversas exploratórias com a equipa de Nuno Espírito Santo.

A PCP Capital Partners, empresa de investimento do casal, tem vindo a analisar oportunidades em vários clubes, incluindo o Tottenham, mas os hammers surgem agora como um alvo prioritário. Em declarações à Spear’s Magazine esta semana, Staveley explicou a sua filosofia de investimento.

«Penso que tanto o meu marido como eu fomos atraídos pela ideia de construir um negócio onde podemos pegar numa marca que não está bem, num clube que não está a ter um bom desempenho, colocá-lo no caminho certo e fazê-lo progredir», disse.

A empresária acrescentou que são poucos os clubes que se enquadram neste perfil. «Existem muito poucos clubes onde isso pode funcionar. Se quisermos preencher todos os requisitos, na verdade, há muito poucos clubes que o permitam», afirmou.

Staveley e Ghodoussi lideraram a aquisição do Newcastle em 2021, através de um consórcio que incluía o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e os irmãos Reuben. Em apenas 18 meses, o clube qualificou-se para a UEFA Champions League e o trabalho desenvolvido lançou as bases para a conquista da Taça da Liga inglesa no ano passado, o primeiro troféu doméstico do clube em 70 anos.

Os irmãos Reuben, que se mantêm como coproprietários do Newcastle, não fazem parte do grupo interessado na compra do West Ham. A estrutura acionista do clube era liderada pelo acionista maioritário David Sullivan (38,8%), seguido por Daniel Kretinsky (27%) e outros investidores, como o Gold Family Trust (25,1%). Sullivan demitiu-se do cargo de copresidente e diretor no início deste mês, na antecâmara da publicação de alegações sobre a sua vida pessoal.

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