«Trubin fez tudo o que era possível»
Anatoliy Trubin. Foto: IMAGO/ULMER Pressebildagentur

«Trubin fez tudo o que era possível»

NACIONAL26.12.202321:45

Companheira de Trubin concedeu uma entrevista onde fala da experiência em Portugal, e da adaptação ao Benfica

Anatoliy Trubin mudou-se para Lisboa este verão, para defender a baliza do Benfica, num negócio que pode chegar aos onze milhões de euros. Numa entrevista concedida a Anna Rebrova, a companheira do guardião ucraniano, Maryna Galagan, falou da adaptação do casal a Portugal, da experiência do Benfica na Liga dos Campeões e da adaptação do guarda-redes ao clube.

O Inter esteve interessado nos serviços do guardião durante o verão, mas a escolha do destino nunca foi algo que tenha preocupado Maryna, que constatou que a sua «vontade era de ir para onde o Anatoliy quisesse, a escolha era dele».

A companheira do número 1 da baliza encarnada confessou que adora ir aos jogos no Estádio da Luz, elogiando «a atmosfera incrível»: «Adoro ir ao estádio, está quase sempre cheio em quase todos os jogos.»

Sobre a campanha das águias na Liga dos Campeões, Maryna considera que pouco se pode apontar a Trubin: «A equipa precisa de marcar golos e trabalhar muito, e ele fez tudo o que era possível. Eu vejo como ele treina e trabalha todos os dias, sempre com pequenos passos em frente, mas é um trabalho de equipa. A equipa fez tudo o que foi possível». 

Nos primeiros meses foi muito difícil, era tudo novo, mas as pessoas são muito prestáveis e ajudaram muito, principalmente dentro do clube.

A mulher de Anatoliy aproveitou para defender o clube encarnado, aludindo ao recente jogo frente ao Farense (empate a uma bola): «Às vezes as coisas não correm bem. Por exemplo, houve um jogo recente onde podiam ter marcado muitos golos, mas, como muitas pessoas disseram, o guarda-redes da outra equipa fez o jogo da vida dele, e o Benfica não conseguiu ganhar esse jogo. Sei que tudo vai ficar bem, a equipa apenas precisa de se manter unida.»

Maryna revelou que «os primeiros meses em Lisboa foram muito difíceis», pois «era tudo novo: língua, pessoas, estilo de jogo». Não obstante, a mulher de Trubin elogiou as pessoas, que considera serem «muito simpáticas e prestáveis», revelando que «ajudaram muito, principalmente as pessoas dentro do clube, até com assuntos não relacionados com futebol.»

Maryna elogiou ainda o espírito competitivo que se vive no plantel encarnado: «Aqui há uma grande competição na equipa. Todos os dias tens de mostrar que mereces o teu lugar. O Anatoliy teve uma chance para se mostrar e chegar ao onze, e desde então tem tido o apoio dos colegas, do treinador, do presidente e dos fãs.»

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