Tomás Paçó respeita a seleção de Espanha, mas diz que Portugal está confiante numa vitória no duelo ibérico da Finalíssima — Foto: FPF
Tomás Paçó respeita a seleção de Espanha, mas diz que Portugal está confiante numa vitória no duelo ibérico da Finalíssima — Foto: FPF

Tomás Paçó projeta Portugal na Finalíssima: «Poder voltar a tocar o céu»

Internacional luso confiante para o duelo ibérico com Espanha, para as meias-finais da competição. Respeito pelo adversário, sem favoritos, mas... ambição plena

Portugal está a preparar nos limites a entrada em cena na Finalíssima 2026, cujo sorteio ditou um duelo ibérico com Espanha nas meias-finais — Brasil e Argentina defrontam-se no outro jogo desta fase da competição.

A equipa das Quinas defronta, sexta-feira (21h30, hora portuguesa) nuestros hermanos, na Arena Niterói, no Brasil, e Tomás Paçó foi, esta quarta-feira, o porta-voz da ambição lusa. O jogador do Sporting começou por falar sobre a adaptação a território sul-americano, admitindo que há poucos segredos de parte a parte.

«A preparação está a correr bem como esperávamos, a habituarmo-nos aqui ao fuso horário, adaptarmo-nos também a alguma coisas mais técnicas como a bola e o clima. Estamos a assimilar bem as ideias para o jogo de sexta-feira [amanhã]. O que temos a melhorar é o resultado no final do jogo. Somos duas seleções que já nos conhecemos muito bem, não há muita coisa que vai mudar. Há algumas coisas que temos de fazer diferente e é nisso que estamos a trabalhar para obter outro resultado», assinalou, em declarações reproduzidas pelos meios de comunicação oficiais da Federação Portuguesa de Futebol.

Apesar de ainda ter muitos anos de carreira pela frente, Tomás Paçó tem já uma experiência internacional notável e isso dá-lhe moral para falar sobre o coletivo: «Foram saindo alguns jogadores, entrando outros. É curioso, tenho 26 anos e sou um dos jogadores mais experientes, quando aqui entrei havia gente muito mais velha que eu. Faz parte desta renovação, temos jovens jogadores espetaculares. Ainda temos muito que crescer, mas temos muito talento e temos um grupo espetacular.»

Colocando novamente um olho nas aspirações portuguesas, a verdade é só uma: diz a história que onde a Seleção Nacional entra... sujeita-se a ganhar. «Quando eu cheguei, a mim e ao Zicky disseram-nos que era muito difícil ser campeão do mundo e ser campeão da Europa e nós chegámos e fomos logo campeões. Agora percebo que é muito difícil e há muita coisa que nós temos de melhorar e aprender. Temos noção que as outras equipas das outras seleções trabalham muito bem também, têm muita qualidade e nós temos de melhorar todos os dias para poder voltar a tocar no céu», assinalou.

O segredo para o sucesso está, pois, nos detalhes: «A responsabilidade é representar Portugal, não se saímos vencedores ou não. Não há favoritos nestas competições, são os pormenores que fazem a diferença. A equipa que errar menos é que vai sair daqui com o troféu.»

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