Sporting: Gião revela as ambições da equipa B
A equipa B do Sporting estreia-se na Liga 2 diante do Torreense, amanhã, sexta-feira, com muita ambição numa prova em que a exigência competitiva é maior em relação aos últimos anos.
O treinador João Gião, em conferência de imprensa, mostrou-se otimista quanto ao novo desafio, sem nunca descurar aquilo que é o propósito da equipa B leonina.
«Aproveitando o patamar de exigência, de competitividade, que será esta Liga 2, diferente daquele que tínhamos até há um ano. Fundamentalmente a nossa missão será a mesma, mas num patamar competitivo, para o qual estamos muito entusiasmados e muito expectantes para iniciar», começou por dizer.
Gião tem recebido reforços e, naturalmente, que o entrosamento na equipa ainda não é o melhor: «Recebemos quatro jogadores novos, na mesma linha de ótica da política desportiva do clube. Portanto, continuam a ser jogadores jovens, de potencial que o clube acredita, que poderemos desenvolver e no futuro, eventualmente, alguns deles podem integrar também a equipa A. Alguns estavam em patamares diferentes, houve dois que chegaram só esta semana, os outros já estão connosco há mais tempo, já conhecem melhor as nossas ideias, as nossas dinâmicas, a própria rotina do dia a dia.»
A equipa B, no fundo, é um espaço para preparar os jogadores para a equipa A, mmas acreditamos que isso não está totalmente dependente do facto do sistema ou do modelo de jogo ser exatamente igual, até porque é muito difícil espelhar uma equipa
«Vêm para nos ajudar e, sobretudo, para que os possamos desenvolver individualmente, que se integrem bem e que possamos desenvolver o potencial deles porque o clube acredita neles», acrescentou.
Quanto ao facto de contar no plantel com uma dezena de jogadores que na época passada tiveram oportunidades para trabalhar com Rui Borges, e alguns até tiveram minutos de jogo, o treinador considera ser uma mais-valia, tanto para os jogadores como para a equipa: «Acaba por ser natural, quer para nós, quer para eles. Logicamente que somos todos seres humanos, criamos expectativas, mas no futebol temos de saber conviver com as expectativas do mundo. O futebol vive muito de momento.»
E revelou ligação próxima a Rui Borges quanto a um fio condutor de procedimentos: «É a linha de pensamento que tínhamos da época passada. A equipa B, no fundo, é um espaço para preparar os jogadores para a equipa A, mas acreditamos que isso não está totalmente dependente do facto do sistema ou do modelo de jogo ser exatamente igual, até porque é muito difícil espelhar uma equipa, ou seja, um plantel, seja ele a equipa A, seja ele qual for, e abaixo temos outro plantel, é muito difícil criarmos todas as dinâmicas exatamente iguais. Agora, um jogador de equipa grande, como é o Sporting, que tem que perceber quais são comportamentos gerais, específicos da posição dele, para estar o mais rapidamente preparado, independente do sistema, para se adaptar a qualquer momento em função do que lhe for pedido.»
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