José Sá no empate a uma bola com o Fulham de Marco Silva
José Sá no empate a uma bola com o Fulham de Marco Silva - Foto: IMAGO

Soa a despedida para José Sá nos Wolves: «Cinco anos não são cinco dias»

Guarda-redes português fez um balanço da temporada do Wolverhampton, que foi despromovido ao Championship, e afirmou que ainda não sabe o que o futuro o aguarda

Apesar de ter mais um ano de contrato com o Wolverhampton, José Sá pode estar de saída. A descida do clube da Premier League pode obrigar a mudanças drásticas no plantel da próxima temporada e o internacional português, que chegou há cinco anos vindo do Olympiakos, pode ser uma delas.

Em entrevista à DAZN, ao lado de Toti Gomes, o guarda-redes apresentou um discurso que soa a despedida. «Ainda não pensei no futuro, agora é acabar o campeonato e depois pensar no Mundial. Depois há tempo para pensar nisso. Claro que vou sentir algumas saudades aqui de pessoas do clube também. Cinco anos não são cinco dias. Como é óbvio, é sempre difícil entrar em campo quando já sabes que vais ser despromovido. Mas temos sempre que dar o máximo para acabar bem, pelo menos», disse, em entrevista à DAZN, ele que foi convocado para o Mundial 2026 por Portugal.

«Pensar no Mundial, na próxima época, porque isto dá sempre força e claro que também temos a oportunidade de acabar uma posição acima. Não vai mudar nada, mas é sempre importante. É diferente acabar em último ou penúltimo», garantiu, procurando uma vitória na última jornada em Burnley que evite terminar em 20.º lugar.

Toti Gomes acredita que o clube vai regressar à Premier League em breve. «Já está tudo a ser tratado e sem dúvida que o clube vai tentar fazer os possíveis. Tanto no próximo mercado que irá abrir, tanto começar bem a pré-época e fazer um bom campeonato para o próximo ano para poder trazer o Wolves o mais rápido possível nos grandes palcos, a Premier League», afirmou, abordando a armada lusa que foi desaparecendo do clube.

«Desde o início que eu cheguei cá sempre fomos muitos portugueses. Agora, como é óbvio, o número reduziu muito e temos sempre tentado estar juntos. Sempre que seja Natal ou Páscoa ou atividades assim, tentamos sempre juntar as famílias e estarmos juntos. Agarrar-nos uns aos outros», revelou.

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