Tomás Tavares tem um currículo recheado nas seleções jovens (Foto A BOLA)
Tomás Tavares tem um currículo recheado nas seleções jovens (Foto A BOLA)

«Seleção principal está na minha cabeça»

Tomás Tavares ainda não perdeu a esperança de estar de Quinas ao peito no topo da pirâmide do selecionado luso

Tomás Tavares tem um percurso recheado nas seleções jovens, contabilizando 47 internacionalizações, mas nenhuma pela A. No entanto, aos 24 anos, tem esse objetivo em mente. «Acredito em fazer o fazer o meu trabalho e voltar a voltar à minha forma de jogar e à boa performance e isso faz-se com com o tempo, com os minutos de jogo e com muitos jogos. É claro que é sempre uma ideia que está na que está na minha cabeça ou na cabeça de qualquer jogador. Mas acho que o mais fácil será focar-me em mim, no meu trabalho e depois as coisas acontecem como tiverem que acontecer. Mas sem dúvida que é um que é um sonho jogar na seleção principal de Portugal», sublinhou.

Tomás Tavares tem dupla nacionalidade, uma vez que também tem ascendência de Cabo Verde, seleção que vai estar pela primeira vez num Mundial. Será que alguma vez lhe passou pela cabeça optar pelo selecionado africano? «Não digo que nunca aconteceu, mas na altura, até há um ano e meio, dois anos, quando podia jogar no último Europeu de sub-21, nunca foi uma coisa que pensei mesmo, tinha essa prova que é importante e entretanto lesionei-me e foquei-me na recuperação e agora, como disse, é trabalhar e as coisas vão acontecer como elas estiverem a acontecer. Há um Mundial a chegar, mas tenho que me focar no no meu trabalho. Depois, estando bem e fazendo as coisas como devem ser feitas e no meu melhor nível… Mas logo vemos as opções que há e o que é que pode acontecer», responde.

O pai do futebolista também jogou e o tio é treinador. Portanto, olhando para trás, o hoje médio defensivo chega à conclusão de que não dava para ter enveredado por outra carreira. «Sempre cresci num mundo rodeado de futebol:  quer seja ir ver o meu pai jogar nos seus últimos anos de profissional, quer seja depois o meu tio como treinador das escolinhas, na altura do Fernando Chalana e ao ir para lá, que era lá ao lado de casa. Sempre gostei de futebol ou de brincar com a bola, mesmo quando ainda era quando era mais novo. E foi uma paixão desde pequenininho. E não penso que poderia ter sido ter sido outra coisa. Se não fosse o futebol, não faço ideia do que é que, do que é que poderia ser a minha paixão ou o que é que poderia gostar de fazer», concluiu.