Foto: Levibowman/instagram
Foto: Levibowman/instagram

Schjelderup e companhia preparam o Senegal... com adeptos norte-americanos

Encontro inesperado com internacionais noruegueses foi o «ponto alto» da viagem de família a Nova Iorque

O Campeonato do Mundo é propício ao intercâmbio de experiências entre adeptos de várias latitudes. Por vezes, para os mais sortudos, o mesmo acontece... com jogadores.

Levi Bowman, de 15 anos, e o irmão Isaac, de 17, venceram a lotaria de forma inusitada. Os dois passeavam com a família, natural do Michigan, num parque no último dia de férias em Nova Iorque... quando deram de caras com três internacionais noruegueses: Andreas Schjelderup, Antonio Nusa e Oscar Bobb.

Os três extremos e amigos próximos jogavam descalços e em troco nu na relva e impressionaram a dupla de irmãos. «Estávamos à procura de um espaço aberto quando observámos as melhores pessoas a jogar altinha que já tínhamos visto», começaram por contar ao portal norueguês VG. Isaac, ávido conhecedor de futebol europeu, começou por identificar Oscar Bobb: «Aqueles rapazes jogam na Noruega

Os três comandados de Stale Solbakken aproveitaram umas horas livres para visitar Nova Iorque e dar uns toques com o esférico a três dias do duelo contra o Senegal, na segunda jornada do Grupo I. A «habilidade» e a «energia» dos atletas impressionaram Levi. «Fiquei surpreendido que eles estivessem ali a jogar futebol. Não parecia que alguém os conhecesse, mas ficou claro que eram profissionais», frisou.

O pai dos dois adolescentes americanos interpelou os internacionais noruegueses, apresentou-os aos filhos... e os cinco trocaram passes durante cerca de meia hora num momento «surreal». A humildade de Bobb, Nusa e Schjelderup foi destacada por Levi e Isaac: «Deixaram-nos jogar com eles durante uma sólida meia hora enquanto falavam connosco. Nunca sentimos que eles se importaram por estarmos lá ou que estávamos a interromper alguma coisa.»

Levi pediu para imortalizar o momento e os jogadores aceitaram prontamente. Mesmo num dia de folga, Schjelderup e companhia deixaram dois adeptos de queixo caído. «Foi o ponto alto da nossa viagem. A nossa família inteira vai apoiar o Oscar, o Andreas e o Antonio e toda a seleção norueguesa ao longo do Mundial», garantiu o pai, Grant.

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