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Scaloni confirma Messi no banco frente à Jordânia: «Falei com ele...»
O selecionador argentino, Lionel Scaloni, confirmou que Lionel Messi começará no banco de suplentes no jogo deste sábado contra a Jordânia, com entrada prevista para a segunda parte. O técnico, no entanto, não revelou o resto da equipa titular, sendo que a sua equipa já está apurada para os 16 avos e no primeiro lugar do grupo.
«Falei com ele, é a melhor decisão, para que os seus colegas possam jogar e para que ele possa entrar por uns minutos, o que não lhe faz mal a ele nem ao resto da equipa. Já veremos quantos minutos joga», explicou o treinador, apesar do atleta querer certamente aumentar o seu estatuto como melhor marcador do torneio. Aliás, todos os 5 golos da Argentina, até agora, foram dele.
Scaloni aproveitou a ocasião para dar minutos a jogadores menos utilizados, sublinhando a importância de todo o plantel. «Os rapazes que vão jogar amanhã merecem-no. Fazem parte da convocatória e dos nossos processos. Assim que posso dar-lhes minutos, dou. Não só porque não jogam, mas porque merecem», afirmou, acrescentando que o seu desejo é que «a equipa jogue da mesma maneira, com nomes diferentes».
Questionado sobre a possibilidade de juntar Lautaro Martínez e Julián Álvarez no ataque, o selecionador mostrou-se cauteloso. «Se os outros dez correrem, vamos ver, pode ser. O equilíbrio não se pode quebrar. Já jogaram juntos contra a Bolívia e tirámos as nossas conclusões. Não digo um não rotundo, mas procuramos o equilíbrio», comentou.
O técnico também atualizou o estado clínico de alguns jogadores. Sobre Dibu Martínez, disse: «Parece-me ótimo que queira jogar. A questão do dedo está bem». Já em relação a Cuti Romero, do Tottenham, revelou que a lesão é menos grave do que se pensava. «Está bem. Não treinou com o grupo, mas fá-lo de forma intensa à parte. Veremos a evolução, o que nos dá tranquilidade», explicou.
Sobre o adversário, Scaloni mostrou respeito pela Jordânia, alertando contra qualquer excesso de confiança. «É uma boa seleção. Perdeu os dois jogos em lances pontuais, sem o merecer. É um bom adversário e não estamos nada confiantes. Tentaremos introduzir algumas nuances, porque os jogadores não são os mesmos, com a intenção de dominar o rival com a bola e anular os seus contra-ataques», analisou.
O selecionador argentino reforçou que a escolha dos jogadores para este encontro não depende de um possível adversário nos oitavos de final. «Dizer que preferimos um rival seria uma falta de respeito. Há adversários muito difíceis, não estamos em condições de escolher», frisou.
Por fim, Scaloni partilhou uma reflexão sobre o seu trabalho e a identidade da equipa. «O que me interessa é que as pessoas se sintam identificadas com a proposta da equipa, que se sintam representadas. Com isso, já ficaria bem», concluiu.
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