«Queremos pôr a natação de águas abertas num patamar que não existe em Portugal»
O Swim Grand Prix regressa a Cascais, nos dias 18 e 19 de julho, com a ambição de afirmar a natação de águas abertas como evento de massas e referência nacional, segundo o Jorge Paulo Pereira.
Ligado emocionalmente à prova desde a sua criação, em 2012, o organizador recorda que o evento nasceu com 199 nadadores e com uma visão que ia além da competição. «Foi a primeira prova que levantei já no intuito de um dia trazer o Ironman para Portugal», afirmou, citado pela assessoria de Imprensa.
Para Jorge Paulo Pereira, o Swim Grand Prix foi pensado desde o início como uma plataforma para dar outra dimensão à modalidade em Portugal. «Toda a energia é sempre canalizada para este evento de forma a pormos a natação de águas abertas num patamar que não existe em Portugal», sublinhou.
Mais de uma década depois, o responsável considera que a dimensão de então «já não tem muito a ver com o evento de hoje», fruto do crescimento registado e da capacidade de atrair cada vez mais participantes para o mar de Cascais.
O objetivo, reforça, é transformar o Swim Grand Prix num evento ao nível de outras provas internacionais, valorizando o cenário natural português. «Tornar este evento um evento de massas, a exemplo de outros que não têm mares tão belos como o nosso», concluiu Jorge Paulo Pereira.